quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Gonçalo Nuno Perestrelo dos Santos Comunicação

“Pensar Global”
 
Fundamentação: Os clubes, associações e missões, em boa hora criados pelos emigrantes nos séculos XIX e  XX serviram de “ cordão umbilical” com a Pátria e de meio de proteção do grupo e da sua cultura de origem. O clubes e as associações assumiam assim o relevo de verdadeiras embaixadas capazes de representar o todo na origem e no destino.
 
A realidade: Com a globalização, com a o surgimento das novas tecnologias de informação, com o crescimento natural dos luso-descendentes nos países recetores ( nas sociedades dos países recetores) com a personalização  do individuo, do empresário de sucesso, do académico, do quadro é a unidade que ganha e não o conjunto. As associações ditas representativas tendem pois a secundarizar-se à pessoa. Assiste-se à mudança do paradigma.
 
Em resumo: A personalização e o recorte individual superam a vida associativa ou o grupo. O individuo é em si próprio um agente multiplicador de opinião muito contribuindo para tal afirmação o seu prestigio e o seu papel na sociedade de acolhimento que é também a sua.
 

Sem comentários:

Enviar um comentário