sábado, 28 de março de 2015

MM em CARABOBO

Carabobo recibió primera reunión de la asociación Mujer Migrante
El 8 de Marzo se inaugurara el Libro “Concierto de mujeres Fadistas” en el Centro Portugués
El pasado fin de semana el estado Carabobo recibió la primera reunión en la entidad de la Asociación Mulher Migrante de Venezuela. La Casa Portuguesa de Valencia fue el lugar seleccionado para estos encuentros de diversas mujeres portuguesas radicadas en Venezuela.
“La Asociación de la mujer migrante está enfocada al estudio de los problemas de la mujer portuguesa en Venezuela, siendo una asociación de estudio, cooperación y solidaridad”, explicó la Presidenta de la institución, María Lourdes de Almeida, mejor conocida como Milu y quien también ocupa un puesto como Concejera de las Comunidades Portuguesas por Venezuela. “En la reunión de trabajo que acabamos de realizar nos enfocamos a estudiar el destaque de la mujer Luso Venezolana, que viene compartiendo sus obligaciones; esto nos hace ver que nos encontramos ante un repunte de la mujer, donde se suma la experiencia de grandes profesionales que vienen despertando y haciéndose parte de esta asociación de la mujer migrante. Nos sentimos optimistas de poder realizar una buena labor” aseguró Milú.
En el encuentro, las representantes de la asociación se comprometieron a realizar visitas a los estados Miranda, Aragua, Bolívar y Mérida, para constatar la situación de las mujeres lusas en cada una de estas jurisdicciones. El 8 de Marzo se inaugurara el Libro “Concierto de mujeres Fadistas” en el Centro Portugués de Caracas, gracias al apoyo del Comité de Damas de esa institución.
Fátima Pontes, Vicepresidenta de la Asociación Mulher Migrante de Venezuela, espera que en los próximos encuentros cuenten con el apoyo de los Consulados Honorarios del país, para poder realizar contacto directo con los grandes problemas que vive la mujer migrante en Venezuela y así ir logrando soluciones que existen en el país

quarta-feira, 11 de março de 2015

O dia internacional da Mulher em ESPINHO


A Associação de Estudo , Cooperação e Solidariedade - Mulher Migrante associou-se a algumas iniciativas que marcaram a agenda do Agrupamento de Escolas Dr Manuel Gomes de Almeida nas comemorações do Dia Internacional da Mulher.
O desafio proposto por esta Escola com quem a Associação tem já realizado trabalhos de cooperação, foi aceite e, na tarde do dia 7 de março, no Multimeios de ESpinho realizou-se uma mesa redonda com o tema " A revolução nas mulheres da diáspora", com intervenção de três membros da Associação: Manuela Aguiar, , Presidente da Assembleia Geral, Graça Guedes, Secretaria Geral e Arcelina Santiago.
Isabel Nobre , professora e organizadora desta iniciativa começou por fazer a apresentação, destacando o que de comum liga estas três mulheres: a defesa dos direitos humanos, a luta pela igualdade das mulheres, em particular, das Mulheres da diáspora .
Manuela Aguiar deu destaque a Maria Inácia Meneses Vaz, personagem do livro "Califórnia , madrasta dos meus filhos", publicação lançada recentemente pela Associação Mulher Migrante, com enfoque na emigração pelo lado de quem fica. A faceta empreendedora desta mulher, a forma como soube gerir o património foi alvo de relevo, num mundo essencialmente marcado pelo masculino.
Graça Guedes abordou o tema da liberdade e da democracia que aconteceu com a chegada de abril, as conquistas obtidas e as mudanças no panorama das oportunidades para as mulheres. Lembrou que neste desafio houve mulheres e homens que se destacaram e que não poderia deixar de mencionar duas figuras femininas que a Associação homenageou Maria Lamas e Maria Archer.
Arcelina Santiago, lembrou a longa caminhada nesta luta pela igualdade, ainda não plenamente conseguida e para prova-lo , referiu os dados estatísticos recentemente publicados, que nos revelam que, apesar das mulheres terem mais sucesso académico, com a conclusão dos cursos em tempo devido e com melhores notas, são as que no mundo do trabalho, menos integram cargos de nível superior e, em igualdade de funções, obtém salários mais baixos do que os homens.
Fez depois uma breve apresentação a Maria Archer para antecipar um pouco a representação .Lembrou que a Associação Mulher Migrante homenageou esta mulher ,vanguardista para o seu tempo, denunciadora e critica da situação da mulher. Esta sua posição em período da ditadura, remeteu-a ao exílio.

Seguiu-se a entrevista imaginária a Maria Archer, encantadoramente assumida pelas alunas do ensino secundário, Mariana Patela na figura de Maria Archer , e Inês Pais, a jornalista. Esta não é a primeira vez que encarnam estas duas personagens mas é sempre com muito entusiasmo e perfeição que o fazem. O guião teve como fonte o trabalho de duas investigadoras sobre a vida e obra de Maria Archer, Dina Botelho e Elizabeth Battista.
O debate final e os elogios às diversas facetas da jornalista e escritora, Maria Archer, e da mulher empreendedora, Maria Inácia Menezes Vaz foi uma boa maneira de participar de forma reflexiva neste Dia internacional da Mulher
 
 
.ARCELINA SANTIAGO
 
 
 
 
 

terça-feira, 10 de março de 2015

A VOZ DOS AVÓS

CHAMADA DE TRABALHOS - IV Congresso Internacional

Universidade de Toronto, 11 - 13 Setembro 2015

A VOZ DOS AVÓS: IDENTIDADE, MEMÓRIA E PATRIMÓNIO CULTURAL


O Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Toronto organiza o IV Congresso Internacional
A Voz dos Avós: Identidade, Memória e Património Cultural
que terá lugar nos dias 11, 12 e 13 de setembro de 2015, no edifício da biblioteca ROBARTS, localizado na 130 St. George Street, no campus da Universidade
Esta iniciativa do Departamento de Espanhol e Português realizar-se-á pela primeira vez na Universidade de Toronto, e dará continuidade aos trabalhos apresentados nos três congressos organizados anteriormente em parceria com a Universidade dos Açores, em 2009 e 2013, e a Universidade Aberta e a Fundação Pró Dignitate, em 2011.
Tendo como objetivo refletir sobre uma área de estudo naturalmente interdisciplinar, o Congresso procura “dar voz” não só aos avós como também aos netos, numa sociedade cada vez mais fragmentada e em mobilidade constante.
Convidam-se investigadores de todos os continentes e domínios científicos a partilhar os seus conhecimentos numa área de investigação que abrange temas determinantes: avosidade, relações intergeracionais, formação da identidade, sentido de pertença, descoberta de raízes, transmissão de valores, acervo cultural e capital afetivo dos mais velhos.
Os avós imigrantes desempenham um papel preponderante nestas áreas.
Melhor conhecimento sobre as repercussões da presença dos avós na vida dos netos e mais estudos sobre os efeitos do convívio dos netos com seus avós poderão dinamizar a implementação de políticas favoráveis, contribuindo assim para uma melhoria de vida das famílias quer no país de origem, quer no de acolhimento.
A diáspora portuguesa, pela sua dimensão, apresenta desafios que um fórum de investigadores debruçados sobre esta temática poderá tratar, criando um espaço de diálogo, debate e partilha de saberes.

ÁREAS TEMÁTICAS DO CONGRESSO

1) Identidades

Esta temática prende-se com processos ligados à formação identitária pessoal, social e cultural; ao cruzamento de culturas e tradições e às relações dos migrantes com o país de origem e com o país de acolhimento.

2) Novos conceitos de família e relações interculturais

Esta temática reflete os novos tipos de família contemporânea e os processos de mudança operados pelos diferentes atores que a compõem, com o enfoque nas relações entre as gerações, em particular no atual papel dos avós.

3) Língua, literatura, artes e media

Esta temática abrange a representação das relações avós-netos na língua, na literatura, no cinema e noutras artes, nos media e na internet.

4) Património cultural

Esta temática trata do papel dos avós como transmissores de saberes e culturas, nomeadamente histórias de família, valores morais, religião e crenças, jogos e brincadeiras, gastronomia, linguagem e outros aspetos culturais.

5) Saúde, educação e qualidade de vida

Esta temática incide sobre a influência na saúde mental e física que resulta das modalidades de relacionamento e solidariedade entre as gerações, e das trocas educativas e de aprendizagens entre avós e netos.

SUBMISSÃO DE PROPOSTA

As propostas de
Comunicações ou Cartazes do IV Congresso devem ser enviadas
até 30 de abril de 2015 para: manuela.marujo@utoronto.ca
Os trabalhos podem ser apresentados numa das três línguas do Congresso: português, inglês ou francês, individualmente ou em grupo. Encorajam-se os estudantes/artistas e outros interessados a submeter propostas de cartazes (
poster sessions). Todas as propostas serão submetidas à apreciação da Comissão Científica. A ficha de inscrição para o IV Congresso deverá conter a seguinte informação:

1) Resumo do assunto (até 250 palavras) do qual conste: título, três palavras-chave, área temática a que se propõe, metodologia e resultados ou recomendações.

2) CV resumido com os seguintes itens: nome, contacto eletrónico e telefónico, instituição ou entidade de origem, país, formação académica, e três publicações nos últimos cinco anos.
O tempo máximo para a apresentação oral de cada comunicação será de 15´minutos. Os cartazes (
posters) deverão ter o formato de 60cm. 91cm. / 24’’x36’’.

DATAS IMPORTANTES

Até 30 abril de 2015

– Submissão de propostas

Até 30 maio de 2015

– Notificação do resultado das propostas

Até 30 junho de 2015

– Inscrição no Congresso

ORGANIZAÇÃO E DESPESAS

A organização do IV Congresso Internacional não assumirá qualquer despesa de transporte (internacional ou nacional), estadia e alimentação.

INSCRIÇÃO E PAGAMENTO (em dólares canadianos)

Modalidades de inscrição* Até 30 junho Após 30 junho

Participantes com trabalhos $50.00 $80.00

Participantes sem trabalhos Livre -

Estudantes com trabalhos $20.00 $30.00

Estudantes sem trabalhos Livre -

Programa social (a anunciar)

* Inclui o certificado de participação e a documentação do Congresso.

COMISSÃO CIENTÍFICA

Manuela Marujo, Dept. of Spanish and Portuguese, University of Toronto

Maria Izilda de Matos, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Maria João Dodman, Dept. of Language, Literatures & Linguistics, York University,

Toronto

Maria Natália Ramos, CEMRI - Universidade Aberta

Rosa Neves Simas, CES - Universidade dos Açores, Ponta Delgada

Roseli Boschilia, Dept. História, Universidade Federal do Paraná, Curitiba

COMISSÃO ORGANIZADORA

Manuela Marujo, University of Toronto

Maria João Dodman, York University

Ana Paula Ribeiro, Coordenadora do Ensino Português no Canadá, Camões, I.P.

Ilda Januário, Pesquisadora, CRIA-Universidade Nova de Lisboa (reformada do

OISE/Universidade de Toronto)

Fabiano Rocha, Bibliotecário, Robarts Library, University of Toronto

quarta-feira, 4 de março de 2015

MM Ve em Valência

El pasado fin de semana el estado Carabobo recibió la primera reunión en la entidad de la Asociación Mulher Migrante de Venezuela. La Casa Portuguesa de Valencia fue el lugar seleccionado para estos encuentros de diversas mujeres portuguesas radicadas en Venezuela.
“La Asociación de la mujer migrante está enfocada al estudio de los problemas de la mujer portuguesa en Venezuela, siendo una asociación de estudio, cooperación y solidaridad”, explicó la Presidenta de la institución, María Lourdes de Almeida, mejor conocida como Milu y quien también ocupa un puesto como Concejera de las Comunidades Portuguesas por Venezuela. “En la reunión de trabajo que acabamos de realizar nos enfocamos a estudiar el destaque de la mujer Luso Venezolana, que viene compartiendo sus obligaciones; esto nos hace ver que nos encontramos ante un repunte de la mujer, donde se suma la experiencia de grandes profesionales que vienen despertando y haciéndose parte de esta asociación de la mujer migrante. Nos sentimos optimistas de poder realizar una buena labor” aseguró Milú.
En el encuentro, las representantes de la asociación se comprometieron a realizar visitas a los estados Miranda, Aragua, Bolívar y Mérida, para constatar la situación de las mujeres lusas en cada una de estas jurisdicciones. El 8 de Marzo se inaugurara el Libro “Concierto de mujeres Fadistas” en el Centro Portugués de Caracas, gracias al apoyo del Comité de Damas de esa institución.
Fátima Pontes, Vicepresidenta de la Asociación Mulher Migrante de Venezuela, espera que en los próximos encuentros cuenten con el apoyo de los Consulados Honorarios del país, para poder realizar contacto directo con los grandes problemas que vive la mujer migrante en Venezuela y así ir logrando soluciones que existen en el país.
Carlos Balaguera

domingo, 1 de março de 2015

Crato e Justino

A minha divisa é: de exames e chumbos, o menos possível.
Estou, pois, nas antípodas do actual Ministro da Educação, que, ao que parece, acredita na multiplicação dos exames, a todos os níveis, como a grande panaceia para a melhoria do nível do ensino...Acho esta perspectiva completamente errada. Os exames não acrescentam nada a ninguém.
A melhor avaliação é a que os professores fazem de forma continuada, atentos ao progresso dos alunos. A qualidade do ensino é a qualidade das pessoas - de quem ensina e de quem aprende. Os exames nacionais são apenas uma prova de desconfiança nas escolas, nos professores...
E chumbar não pode ser visto como um castigo, mas antes como um privilégio.
Assim se pensava já na Suécia, em finais da década de 60. Na altura, isso para mim foi uma surpresa, porque nunca tinha imaginado que fosse possível criar um sistema em que os chumbos fossem uma anomalia, mas logo aderi àquela escola de pensamento (estava num curso organizado para francófonos pelo Instituto da Informação em Estocolmo - "Connaissance de Suéde"). Um verdadiro achado: só repetia o ano um aluno, que por razões excepcionais, não tivesse conseguido acompanhar os outros - caso em que era obecto de atenção e apoio especial. Era a social democracia, no seu melhor!
 Em Portugal não havia, então, sequer democracia, quanto mais social-democracia... Mas seria o modelo praticável no Portugal depois de 1974? Nunca um Ministro de Educação ousou propô-lo... Parecia-me que não...
De repente, em 2015, um antigo Ministro da Educação e actual Presidente do CNE, veio abrir caminho a considerar esta opção. Já era coisa de causar espanto, neste país conservador, de tradição patriarcal e autoritária! Fantástico descobrir que, na nossa "inteligentsia", ao lado dos Cratos existem Justinos - mesmo que os Cratos sejam muitíssimos e os Justinos poucos...
Porém, mais fantástica ainda é a notícia que vem na 1ª página do Expresso: há uma Escola, o Agruppamento de Carcavelos que aplica este modelo "nórdico", com sucesso, há já 12 anos!