quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
COLÓQUIO PORTUGAL BRASIL 2018 - ACESSO Á PUBLICAÇÃO
Podem proceder à consulta digital dos conteúdos do Colóquio - Portugal/ Brasil, a descoberta continua a partir de Monção - acedendo como visitantes à Plataforma Moodle do CENTRO DE FORMAÇÃO VALE DO MINHO
domingo, 6 de janeiro de 2019
PROJETO DESPORTO, GÉNERO E CIDADANIA - questionário
QUESTIONÁRIO DE ATIVIDADE FÍSICA
Este questionário pretende conhecer os teus hábitos relativos à atividade física.
LÊ com atenção e responde colocando um X na quadrícula correspondente
IDADE: _______
SEXO: MASCULINO FEMININO
1. Fazes atividades desportivas fora da escola (num clube, no núcleo de desporto escolar ou noutro sitio)? Se sim, que modalidade(s)?____________________________________________________________________________ Nunca Menos de uma vez por semana Pelo menos uma vez por semana Quase todos os dias
2. Participas em atividade física de lazer ou recreação (sem integrar nenhum clube)? Nunca Menos de uma vez por semana Pelo menos uma vez por semana Quase todos os dias
3. Para além das atividades letivas (nas aulas) quantas vezes praticas atividade física ou desporto, pelo menos 20 minutos? Se sim, que modalidade(s)?___________________________________________________________________ Nunca Menos de uma vez por mês Entre uma vez por mês e uma vez por semana 2 ou 3 vezes por semana 4 ou mais vezes por semana
4. Fora do tempo escolar quanto tempo dedicas à prática de atividades físicas e desportivas ao ponto de ficares ofegante (a respirares depressa ou com dificuldade) ou transpirado/a? Nunca Entre meia hora e 1 hora 2 a 3 horas 4 a 6 horas 7 horas ou mais
5. Participas em competições desportivas? Se sim, de que modalidade(s)?___________________________________ Nunca participei Não, mas já participei Sim, no núcleo desporto de escolar Sim, em um clube
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO
Este questionário pretende conhecer os teus hábitos relativos à atividade física.
LÊ com atenção e responde colocando um X na quadrícula correspondente
IDADE: _______
SEXO: MASCULINO FEMININO
1. Fazes atividades desportivas fora da escola (num clube, no núcleo de desporto escolar ou noutro sitio)? Se sim, que modalidade(s)?____________________________________________________________________________ Nunca Menos de uma vez por semana Pelo menos uma vez por semana Quase todos os dias
2. Participas em atividade física de lazer ou recreação (sem integrar nenhum clube)? Nunca Menos de uma vez por semana Pelo menos uma vez por semana Quase todos os dias
3. Para além das atividades letivas (nas aulas) quantas vezes praticas atividade física ou desporto, pelo menos 20 minutos? Se sim, que modalidade(s)?___________________________________________________________________ Nunca Menos de uma vez por mês Entre uma vez por mês e uma vez por semana 2 ou 3 vezes por semana 4 ou mais vezes por semana
4. Fora do tempo escolar quanto tempo dedicas à prática de atividades físicas e desportivas ao ponto de ficares ofegante (a respirares depressa ou com dificuldade) ou transpirado/a? Nunca Entre meia hora e 1 hora 2 a 3 horas 4 a 6 horas 7 horas ou mais
5. Participas em competições desportivas? Se sim, de que modalidade(s)?___________________________________ Nunca participei Não, mas já participei Sim, no núcleo desporto de escolar Sim, em um clube
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Manuela Aguiar HOMENAGEM A NATÁLIA
HOMENAGEM A NATÁLIA CORREIA
A AMM tem. ao longo dos seus 25 anos de percurso, organizado um significativo número de colóquios e debates centrados no exemplo de vida de mulheres portuguesas do século XX e XXI, que são ainda hoje inspiradoras do combate sem fim pela igualdade de género, na perspetiva, que é a nossa, do feminismo como "humanismo integral". (expressão tantas vezes citada por Ana de Castro Osório).
Para além da própria Ana de Castro Osório, ou de Carolina Beatriz Ângelo, outras grandes figuras deste movimento, (que, nos seus objetivos fundamentais queremos continuar), como Maria Lamas, Maris Archer, Maria de Jesus Barroso, Ruth Escobar, têm estado no centro de iniciativas da AMM.
Para além da própria Ana de Castro Osório, ou de Carolina Beatriz Ângelo, outras grandes figuras deste movimento, (que, nos seus objetivos fundamentais queremos continuar), como Maria Lamas, Maris Archer, Maria de Jesus Barroso, Ruth Escobar, têm estado no centro de iniciativas da AMM.
No ano em que passam 25 anos sobre a morte de NATÁLIA CORREIA - ano que se encerra a 16 de março - pretende esta Associação homenageá-la como símbolo de uma luta singular, persistente e ousada pela Liberdade e pela Igualdade, com as armas da Cultura e da da inteligência, nos domínio das Letras e da Política.
A partir de um esplêndido retrato da pintora Do Carmo Vieira, que connosco colabora neste projeto, pensamos, para além dessa, em outras formas de retratar Natália - a Poeta, a Escritora, a Mulher que interveio na Sociedade e na Política do seu tempo, antes e depois de 1974.
Propomos, assim, a organização, no mês de fevereiro, ou início de março, de um ciclo de colóquios, com o óleo de Da Carmo Vieira em fundo, e testemunhos de amigos e intervenções de especialistas na obra de Natália.
Primeiras iniciativas - Biblioteca José Marmelo e Silva, Espinho e Casa dos Açores do Porto. Em Espinho, a conferência será proferida por José Emílio Nelson
Igual proposta será apresentada na Assembleia da República, onde Natália é uma das raras Mulheres com Direito a um estátua, solicitando a participação de Deputadas e Deputados, de amigos e de académicos, conhecedores da sua obra literária
Primeiras iniciativas - Biblioteca José Marmelo e Silva, Espinho e Casa dos Açores do Porto. Em Espinho, a conferência será proferida por José Emílio Nelson
Igual proposta será apresentada na Assembleia da República, onde Natália é uma das raras Mulheres com Direito a um estátua, solicitando a participação de Deputadas e Deputados, de amigos e de académicos, conhecedores da sua obra literária
GRAÇA GUEDES DESPORTO GÉNERO E CIDADANIA
DESPORTO, GÉNERO e CIDADANIA -AS PRÁTICAS DESPORTIVAS DAS PORTUGUESAS EM PORTUGAL E NA NOSSA DIÁSPORA
Estudo comparativo entre a região Porto, USA, Canadá, Brasil e França
PROJETO
INTRODUÇÃO
O comportamento social da mulher e o desenvolvimento dos mecanismos responsáveis pelo seu ajustamento, ocorre em função da cultura, que parece funcionar como elemento determinante do seu bem–estar.
A auto-estima e o auto-conceito da mulher ocidental, reflete o efeito de uma forte influência social, agindo como fonte de possíveis desajustamentos ou de conflitos interpessoais, com repercussões na sua imagem corporal e na sua saúde mental.
As diferenças de género, bem impressas nas estruturas sociais e mentais (Bordieu,1996), potenciam-se ainda hoje no âmbito da Atividade Física e do Desporto.
Num diálogo intercultural, as mulheres e as jovens da diáspora portuguesa têm utilizado ATIVIDADES FÍSICAS em forma de DANÇA, que é dinamizada nas Associações portuguesas espalhadas pelo mundo.
O associativismo na diáspora portuguesa constituiu uma forma de conjugar indivíduos com interesses ou gostos análogos, que tem favorecido a implementação de objetivos comuns: convivência social, prossecução de práticas culturais, recreativas e desportivas, para além da defesa de interesses nos centros de saúde, do trabalho, das condições de vida, da política (Guedes, 1995).
As Associações portuguesas espalhadas pelo mundo, podem efetivamente ser consideradas como um processo globalizante de interpretações sociais e um meio privilegiado para o estabelecimento de um diálogo intercultural, que se alicerça no fortalecimento dos seus próprios valores culturais.
O elevado número de associações que abrange todos os continentes, reflete a espontânea necessidade em manter e cultivar a sua própria identidade, de forma a criar mecanismos próprios para defesa dos seus interesses, bem como para manifestar uma presença ativa no país de acolhimento. Nestes espaços de convívio que os portugueses criaram em todo o mundo e que se destinam à sua sobrevivência cultural, são desenvolvidos diferentes tipos de atividades. Pode haver algumas diferenças, dependentes das suas motivações, mas em quase todas elas há Desporto e há Folclore.
No Desporto, a participação feminina não será significativa, não porque tenham sido levantados dados relativos a este tipo de envolvência, mas por conhecimento pessoal obtido nas visitas às Associações. Há certamente muitas jovens que praticam desportos e ao mais elevado nível, como também de outras atividades culturais. Estarão provavelmente distantes da comunidade portuguesa e não utilizam as suas performances para atraírem e motivarem os mais novos para as práticas que dominam. Mas estas jovens podem ser agentes excelentes para as dinamizarem nas Associações portuguesas.
Consequentemente, estes espaços ficariam enriquecidos com a presença constante das novas gerações e de novas atividades, que arrastariam os amigos e potencializariam cada vez mais estes magníficos espaços portugueses espalhados pelo mundo.
Importa conhecer quantas, em que desporto, aonde.
Para que os jovens e as jovens de origem portuguesa continuem a desempenhar este papel, é necessário providenciar motivações, também com atividades desportivas adequadas e atrativas, para que frequentem estes espaços portugueses e continuem o papel desempenhado pelos seus pais, com igual dinamismo e vontade de preservar a língua e a cultura portuguesa.
Nestes espaços aonde estão inseridas, ficariam enriquecidos com a presença constante das novas gerações e de novas atividades, que arrastariam os amigos e potencializariam cada vez mais estes magníficos espaços portugueses espalhados pelo mundo em prol do DESPORTO E DA CIDADANIA.
Para tal, importa que as suas Direções consciencializem a importância destes práticas, que irão dar continuidade ao contributo notável que têm dado para a concretização de um processo globalizante de interpretações sociais neste meio privilegiado onde se estabelece um diálogo intercultural, alicerçado no fortalecimento dos seus próprios valores culturais.
Conhecer a realidade portuguesa, em Portugal e no espaço da língua portuguesa, destacando as preferências desportivas em questão de género, será o propósito da nossa investigação que terá o apoio da Prof. Doutora Paula Silva, da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Trata-se de uma investigação pioneira, que contribuirá para novos conhecimentos acerca do envolvimento da mulher do mundo português nas práticas desportivas, propiciados por novas investigações que se venham a desenvolver nas universidades envolvendo questões de género, desporto e cidadania.
OBJETIVOS
QUAL SERÁ A REALIDADE NO GRANDE PORTO?
O QUE SE PASSA NA COMUNIDADE PORTUGUESA ESPALHADA PELO MUNDO?
Estes serão os OBJETIVOS do nosso estudo, cujos dados poderão ser comparados cm os das comunidades portuguesas..
RECOLHA DE DADOS
Os dados serão recolhidos no grande Porto (Matosinhos, Maia, Gaia, Vila do Conde e Gondomar) e nas comunidades portuguesas (EUA – Newark e San José; Canadá – Toronto; Brasil – Recife, João Pessoa, Maceio, Rio de Janeiro, Curitiba, Maringá, Rio Grande do Sul; França - Paris), a partir de um questionário (em Anexo), já validado para a população portuguesa (Mota & Escalcas, 2002) contendo questões simples e de fácil resposta, mas reveladoras das informações necessárias: número de praticantes, modalidades desportivas, frequências de prática, localização das práticas.
CONCLUSÃO
DESPORTO, GÉNERO E CIDADANIA, será o título de um Colóquio a realizar para apresentação da investigação desenvolvida e enquadrada por conferencistas que alicerçarão concetualmente a temática desenvolvida.
DESPORTO, GÉNERO E CIDADANIA, será o título de uma publicação a editar pela Associação Mulher Migrante, reunindo todas as intervenções no Colóquio, tal como ao longo de 25 anos tem sido feito com eventos que realizamos e sempre patrocinadas pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.
Maria da Graça Sousa Guedes
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
ANTÓNIO VICTORINO D' ALMEIDA
António Victorino d’ Almeida
Nasci em Lisboa no dia 21 de Maio de 1940.
Nesse mesmo dia, a Pianista Marie-Antoinette Lévêque de Freitas Branco (mulher do
Maestro Pedro
de Freitas Branco) deu um concerto no Sindicato dos Músicos em Lisboa onde,
entre muitas outras coisas, tocou a obra “L’Isle Joyeuse” do compositor francês
Claude Debussy (1862-1918) – curiosamente ainda hoje uma das minhas peças
musicais favoritas…
Maestro Pedro
de Freitas Branco) deu um concerto no Sindicato dos Músicos em Lisboa onde,
entre muitas outras coisas, tocou a obra “L’Isle Joyeuse” do compositor francês
Claude Debussy (1862-1918) – curiosamente ainda hoje uma das minhas peças
musicais favoritas…
Sou filho do Advogado António Victorino de Almeida e de
Maria Amélia Goulartt de Medeiros Victorino de Almeida, de origem açoriana
(Faial), que chegou a iniciar uma curta carreira de cantora lírica,
como aluna do Compositor Francisco de Lacerda (1869-1934).
O meu avô paterno, Achilles D’Almeida, era um óptimo músico
amador, além de autor teatral e encenador de vários espectáculos
de teatro ligeiro. As minhas filhas mais velhas, Maria de Medeiros
e Inês de Medeiros são actrizes e realizadoras cinematográficas
com carreira internacional de êxito firmado, e a minha filha mais nova,
Ana Victorino D’Almeida, é violinista e compositora. Tenho
actualmente sete netos: Pedro, Júlia, Mariana, Oriana, Leonor,
Francisca e Constança.
Maria Amélia Goulartt de Medeiros Victorino de Almeida, de origem açoriana
(Faial), que chegou a iniciar uma curta carreira de cantora lírica,
como aluna do Compositor Francisco de Lacerda (1869-1934).
O meu avô paterno, Achilles D’Almeida, era um óptimo músico
amador, além de autor teatral e encenador de vários espectáculos
de teatro ligeiro. As minhas filhas mais velhas, Maria de Medeiros
e Inês de Medeiros são actrizes e realizadoras cinematográficas
com carreira internacional de êxito firmado, e a minha filha mais nova,
Ana Victorino D’Almeida, é violinista e compositora. Tenho
actualmente sete netos: Pedro, Júlia, Mariana, Oriana, Leonor,
Francisca e Constança.
Profissionalmente sou, antes de mais, Compositor.
Claro que também sou Pianista e Improvisador.
Escrevo e também me dedico às Artes do Audiovisual como
Autor e Realizador de Filmes e deProgramas de Televisão.
Autor e Realizador de Filmes e deProgramas de Televisão.
Se não tivesse sido tudo isto, gostaria de ter sido Zoólogo…
Como aliás já tive ocasião de dizer numa
entrevista que dei em tempos à Revista da Associação Mulher Migrante.
Como aliás já tive ocasião de dizer numa
entrevista que dei em tempos à Revista da Associação Mulher Migrante.
Quanto a esta Associação que integrou e integra Grandes Mulheres que
eu muito admiro, é para mim uma honra como homem e como cidadão
integrá-la e, no que me for possível, podem contar comigo
para continuar a defender a igualdade de género, de direitos e
deveres de homens e de mulheres, mas não de sexos…
eu muito admiro, é para mim uma honra como homem e como cidadão
integrá-la e, no que me for possível, podem contar comigo
para continuar a defender a igualdade de género, de direitos e
deveres de homens e de mulheres, mas não de sexos…
Como dizia a minha avó, apesar de tudo, subsiste ainda uma
“pequena” diferença… E porque eu sou pela diferença:
“pequena” diferença… E porque eu sou pela diferença:
- Viva a pequena diferença!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Mª BEATRIZ ROCHA-TRINDADE - A AMM e a OLD
Dando seguimento ao vosso pedido aceitei representá-las, com muito prazer.A reunião que se estendeu das 18h00 às 21h30 e só nos deu ensejo de sair já perto das 22h00 retratou, de forma bem clara, a situação dos descendentes lusos. O local do Encontro era excelente - uma galaeria de Arte situada num prédio restaurado na Avenida da Liberdade.O conjunto de elementos que a integraram permitiu transformar um encontro que poderia ter sido enfadonho e burocrático num espaço de debate muito interessante.Em primeiro lugar o olhar retrospetivo sobre os oito anos de vida do Observatório, permitiu ter consciência do excelente (e inimaginável...) trabalho que têm desenvolvido em diversos campos, em que a componente social e cultural assumem particular destaque.Todas as iniciativas tomadas, muito em especial pela Emmanuelle Afonso, merecem uma referência especial e a nova organização que vai assumir no OLD dará continuidade ao anteriormente realizado e possibilitará um novo desenvolvimento. Passará a assumir o lugar de coordenadora executiva, no âmbito de uma tentativa de desempenho de trabalho a tempo inteiro, para esta organização.A diretora eleita - Isabelle Simões Marques (lusodescendente), doutorada, é professora na Universidade Aberta.Ao ter-me sido pedida uma intervenção em que fosse apresentada a "vida" da AEMM (já 22 anos de ação) permiti-me lembrar pontos fulcrais da sua atividade, em que o nome da Maria Manuela e o da Maria Rita Gomes foram destacados, pela complementaridade existente. Foi prestada uma homenagem à anterior Presidente.Referi também ser recente a minha relação com a Mestre Arcelina Santiago. Porém o espírito de articulação que tem pretendido manter com os associados e a informação permanente que nos faz chegar auguram grandes expectativas para o futuro.Referi, como pedido pela Arcelina, a vontade existente em reforçar parcerias e uma vez que tinha sido por vós anteriormente transmitida à Emmanuelle, a possibilidade de uma mais forte colaboração através da partilha do local de instalação na Rua Maria Pia, a hipótese foi encarada entusiasticamente. Um caso a ser articulado entre as respectivas Presidentes.Em minha opinião, haveria a maior vantagem para ambas as partes, que tal pudesse vir a ser concretizado. Torna-se obrigatório estabelecer um documento de colaboração em que sejam tomadas providências de natureza prática, para que "tudo" possa vir a funcionar da melhor forma.Proponho um encontro de trabalho, a realizar a breve trecho, entre as duas partes.Aguardo as vossas notícias e renovo os melhores votos de Boas Festas.Um abraço cordial,Maria Beatriz Rocha-Trindade
Humberta Araújo AMM Ontário
Associação Mulher Migrante Ontario (AMMO)
Toronto, Ontario
Toronto 13 de Dezembro, 2018
Cara Arcelina Santiago
Presidente AMM,
Na sequência do nosso encontro em Toronto no dia 31 de outubro de 2018, reunimos no passado dia 11 de Dezembro, na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto, para estudarmos os estatutos da AMM, e iniciarmos os trabalhos da organização na província do Ontário.
Nesta reunião estiveram presentes eu própria, Manuela Marujo, Idalina da Silva, Felicidade Rodrigues, Luciana Graça e Ilda Januário. Neste encontro e após análise dos estatutos nacionais, foi decidido formarmos um Conselho de Representantes da Associação, tal como se prevê nos Estatutos da Associação Mulher Migrante, e por sugestão da presidente Arcelina Santiago.
Achamos ser esta a via mais apropriada para o organismo em Toronto, uma vez que temos dentro da comunidade luso canadiana no Ontário especificidades próprias, que cabem bem dentro de um Conselho de Representantes, que chamamos, muito a propósito a AMMO, a Associação Mulher Migrante – Ontário.
A posição de Secretária Geral do Conselho foi posta à consideração das presentes. Eu ofereci-me para desempenhar o cargo durante um ano, decisão que foi aceite. Esta nomeação será revista anualment, e a voluntária a desempenhar as funções, pode ou não continuar no cargo. Ficou igualmente decidido que a direção do Conselho será composta até 10 associadas, que serão na sua totalidade do sexo feminino. Todavia, a organização está aberta a associados de ambos os sexos, que terão liberdade de propor e participar ativamente nas nossas atividades.
Nesta fase de arranque, a AMMO reunirá uma vez por mês, na Galeria dos Pioneiros Portugueses. As quotas ficaram fixadas em $25 dólares, montante a ser revisto anualmente. Em termos de programação de ações da AMMO, cada membro do conselho, só ou em colaboração com outras associadas, apresentará um programa a desenvolver no âmbito dos princípios da AMM, que tenha em conta áreas de interesse e ‘expertise’ de cada membro. Dentro desta ótica, e tendo em conta as associadas presentes, arrancarão em 2019 as seguintes atividades.
• Idalina Silva: Levantamento para base de dados no âmbito das artes visuais, que comporta artistas luso canadianas, que dentro das várias disciplinas visuais, têm marcado o ambiente artístico no Canadá;
• Ilda Januário: Revisão e publicação de um manuscrito de uma mulher, vítima de violência doméstica, e cliente de uma associação de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica, “ABRIGO”.
• Manuela Marujo e Luciana Graça: Levantamento para base de dados de publicações de obras literárias de mulheres luso canadianas, assim como teses e trabalhos científicos.
• Felicidade Rodrigues: Mulheres e as Questões da Cidadania – sensibilização junto de organizações e escolas, (neste último caso com apoio da Luciana) para as questões da cidadania, participação cívica, direitos e deveres.
• Humberta Araújo, coordenação de diversas atividades, apoio às colegas nas suas atividades sempre que necessário, blog, redes sociais, RP. A questão da criação de um blog e a sua manutenção, vai igualmente depender de alguma associada com conhecimento técnico no setor e apoio de todas as nossas associadas, com envio de informações sobre o andamento das suas atividades, fotos e outros, que façam deste espaço um espaço dinâmico e atualizado para ser partilhados pela AMM em qualquer parte do mundo. A periodicidade destas atualizações será decidida atempadamente.
Por questões práticas deve ser criado um email próprio, onde toda a informação relacionada com a AMMO e dirigida à secretaria geral, deverá fluir. Proponho (a ser sancionada pela Google: ammo@gmail.com). A criação de um logo para a AMMO poderá ser feita através de um concurso que possa abranger as artistas lusocanadianas, algo a pensar e a organizar, (caso esteja interessada) pela Idalina Silva.
Aguardamos agora, a composição completa do nosso Conselho de Representantes, uma vez que nem todas as interessadas puderam estar presentes nesta primeira reunião, para um programa mais completo de atividades.
A AMMO, após ratificada pela presidente Arcelina Santiago, será apresentada ao Consulado em Toronto e oficializada pelo mesmo para ser enviado à Secretaria de Estado das Comunidades.
Em colaboração com as associadas Joaquina Pires (Montreal) e Manuela Marujo (Toronto), a AMMO em parceria com a Peach Gallery, organiza a exposição “Fios de Ternura”, que decorrerá dentro das atividades do Dia de Portugal, em junho de 2019 em Toronto.
No que diz respeito a Montreal, foi levantada a hipótese de ser igualmente criado para o Quebeque, um Conselho de Representantes, como decorre no Ontário, caso haja interesse no mesmo por parte das associadas e simpatizantes naquela província.
Achamos igualmente importante realçar na documentação a entregar no Consulado algumas atividades que em 2018 foram organizadas em parceria com a AMM, entre elas:
Criação das Academias Seniores de Artes e Saberes (ASAS Toronto, 2008), na presença da Dra Manuela Aguiar durante um Congresso na Universidade de Toronto; Colóquio Vivências da Democracia na Diáspora 1974-2014, na Universidade de Toronto, com as presenças da Dra Rita Gomes e Manuela Aguiar; Simpósio intitulado “Mulheres da Diáspora Portuguesa em Movimento”( 2016), na Universidade de Toronto, com a presença da Dra Manuela Aguiar.
Humberta Araújo
Secretaria Geral, AMMO
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