sábado, 24 de maio de 2014

2014

A  Mulher Migrante - Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade propõe-se levar a cabo uma série de debates, em Portugal e em comunidades portuguesas do estrangeiro, sobre o significado da democratização da vida política no País, sobre a sua projeção nas políticas de emigração e no relacionamento com os cidadãos e as instituições da "Diáspora", ao longo das últimas quatro décadas.
Nesses debates queremos ouvir o que têm a dizer mulheres e homens sobre o quadro geral do fenómeno migratório, assim como sobre a evolução do papel das mulheres nos movimentos de expatriação  e de retorno e no movimento associativo: partindo da História e da Memória de sucessivas gerações para chegar aos dias de hoje.  Consideramos que este é o momento certo para avaliar a dimensão atual do fenómeno, a sua composição, em termos de género, de qualificação, de projetos e situação profissional, assim como da propensão associativa (e das novas formas que vai configurando) e da evolução das relações com as sociedades de origem e de residência.

sexta-feira, 23 de maio de 2014


 

PROGRAMA  

 

Mesa Redonda: “ 4 décadas de Migrações em Liberdade”

(1974 – 2014)

Apresentação das Publicações da AEMM

Local: MNE - Palácio das Necessidades – Protocolo do Estado

26 de Março de 2014

 

26 de Março de 2014
Palácio das Necessidades

15h00 – Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário  -  Intervenção Introdutória     

 15h15 – 16h15  Mesa Redonda
Rita Gomes  (Presidente da Direção - AEMM)
A Emigração Portuguesa nas vésperas da Revolução

 Maria Benedicta Monteiro (ISCTE) sobre Maria Lamas e Olga Archer Moreira    sobre Maria Archer
Mulheres revolucionárias na Diáspora

 Manuela Aguiar (Presidente da AG -  AEMM)
1974 – 1984 - Novas configurações do fenómeno migratório - os movimentos e as políticas

 Deputado Carlos Gonçalves  e Deputado Paulo Pisco    
1984 – 1994 – O significado da opção europeia

 Maria Beatriz Rocha -Trindade (Universidade Aberta – CEMRI)
1994 – 2004 Confluência de movimentos – emigração/imigração

 Victor Gil (MNE)
2004- 2014 - A  nova emigração

 16h15 – 17h15  Apresentação das publicações
“Expressões Femininas da Cidadania” e “Entre Portuguesas – Associação Mulher Migrante – 20 Anos”..
Intervenções sintéticas dos Autores  das comunicações, seguidas de debate.
Deputado Carlos Páscoa
Leonor Machado de Sousa – Universidade Nova de Lisboa
Graça Guedes – Universidade do Porto
Ilda Januário - Universidade deToronto
Joana Miranda – CEMRI – Universidade Aberta

 

Lisboa, 24 de Março de 2014

                                                                                                                  

quinta-feira, 22 de maio de 2014

UA e AEMM Mesa redonda

Mesa Redonda

Mulheres Migrantes e Cidadania. Antes e depois de Abril
Universidade Aberta, Salão Nobre

5 de junho de 2014

15h00 – 15h30
Sessão de Abertura

Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade


MULHER MIGRANTE (AEMM)

Ana Paula Beja Horta, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta

Rita Gomes, Presidente da Direção da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade MULHER
MIGRANTE (AEMM)

15h30 - 17h30

Moderadora: Joana Miranda, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta

História dos Movimentos Feministas e a sua projeção na Diáspora

Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade Mulher Migrante

 
Mulheres e Cidadania na I República. Mobilização e Migração na Guerra de 1914-1918

Natividade Monteiro, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta

Cidadania Europeia e identidade nacional no contexto da União Europeia

Adelino de Sá Bento Coelho, Ex-Dirigente da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas

Políticas de Migração, Cidadania e Género. O caso dos Estados Unidos da América

Deolinda Adão, Universidade de Berkeley, Estados Unidos da América



17h30 – 18h00

Exibição do documento fílmico realizado no âmbito das Comemorações dos 20 anos da Associação de

Estudo, Cooperação e Solidariedade MULHER MIGRANTE (AEMM)



Mesa Redonda
Mulheres Migrantes e Cidadania. Antes e depois de Abril

Universidade Aberta, Salão Nobre

5 de junho de 2014
15h00 – 15h30
Sessão de Abertura

Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade


MULHER MIGRANTE (AEMM)
Ana Paula Beja Horta, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta
Rita Gomes, Presidente da Direção da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade MULHER
MIGRANTE (AEMM)
15h30 - 17h30
Moderadora: Joana Miranda, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta
História dos Movimentos Feministas e a sua projeção na Diáspora
Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade


Mulheres e Cidadania na I República. Mobilização e Migração na Guerra de 1914-1918
Natividade Monteiro, Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI),
Universidade Aberta
Cidadania Europeia e identidade nacional no contexto da União Europeia
Adelino de Sá Bento Coelho, Ex-Dirigente da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas
Políticas de Migração, Cidadania e Género. O caso dos Estados Unidos da América
Deolinda Adão, Universidade de Berkeley, Estados Unidos da América

17h30 – 18h00
Exibição do documento fílmico realizado no âmbito das Comemorações dos 20 anos da Associação de

Estudo, Cooperação e Solidariedade MULHER MIGRANTE (AEMM)

sábado, 17 de maio de 2014

temas de colóquios

Alternatva A

I  - Emigração e exílio nas vésperas da revolução - histórias de vida
!!  - 40 anos de migrações em liberdade - correntes migratórias e políticas de emigração
III -Mulheres Migrantes - antes e depois de Abril
As novas tendências migratórias

Alternativa B
 1 -  História dos movimentos feministas em Portugal e sua projecção na Diáspora
  II O 25 de Abril e a liberdade de Emigrar - um novo Estatuto de Cidadania. Formas e mecanismos de Diálogo entre Estado e Sociedade Civil
III -  Políticas de género na Emigração Portuguesa

terça-feira, 8 de abril de 2014

OLGA ARCHER MOREIRA Singularidades de Maria Archer





Singularidades de Maria Archer



Senhora Presidente da Assembleia Geral da Mulher Migrante, Dra. Manuela Aguiar,

Senhora Presidente da Direcção da Mulher Migrante, Dra. Rita Gomes,

Senhora Profa. Doutora Maria Benedicta Monteiro,

Senhora Dra. Maria Barroso,

Senhor Professor Doutor Fernando Pádua

Senhoras e Senhores,
No tique-taque incessante das horas e dos minutos da vida relembremos Maria Archer.

Maria nasce no final do século XIX, em Lisboa.

Várias são as mudanças de país e de continente que experimenta ao longo da sua vida, desde a infância à idade anciã.

Maria é uma criança persistente e uma mulher arrojada. As letras fazem parte do seu imaginário de criança e da sua vida de mulher. A crítica sente-a no sangue. Maria Archer foi escritora, jornalista, conferencista, tradutora.

Em 1913, com apenas 14 anos, publica o seu primeiro artigo no jornal "O Ocidental" em Moçambique.
Em 1917, na Guiné, dá voz e alma à tertúlia Lides Literárias. A chama literária ilumina-lhe a alma e em 1918 publica, ainda na Guiné, o seu poema "Desejo Mórbido" e é reconhecida, ainda hoje, como a "poeta do exotismo". 







Casa em 1921 com Alberto Teixeira Passos. Vive com o marido e o afilhado em Ibo – Moçambique durante 5 anos. Regressam a Portugal e vivem alguns meses em Faro e outros em Vila Real de Trás-os-Montes. Na sociedade farense Maria destaca-se pela sua beleza e elegância.

Estreia-se nas letras pátrias nos semanários "O Algarvio" e o "Correio do Sul", ambos de Faro.

Em 1932 encontra-se divorciada e ruma a Angola. De novo África a acolhe e a deslumbra.

Após o divórcio Maria estreia-se na literatura, vive, empenhada e militantemente, do seu trabalho de escrita para jornais e revistas, dos direitos de autor dos livros que publica e que, amiúde, tanta polémica provocam pela incomodidade ao pensamento dominante.

Em 1935 publica o seu primeiro livro "Três Mulheres" em parceria com António Pinto Quartim, em Luanda e, já, em Lisboa, também em 1935 o seu livro "África Selvagem" vê a luz do dia. É reconhecida pelos críticos literários da época como "a revelação da literatura portuguesa de 1935, com uma obra de linguagem rica, de uma perfeita plasticidade e de um colorido brilhante como só grandes escritores sabem utilizar".

Ao longo da sua vida publica em Luanda, em Portugal e no Brasil, mais de três dezenas de livros entre 1935 e 1963. A sua colaboração em jornais e revistas em Portugal e no Brasil ascende às centenas.
Os seus livros são fruto da ousadia e da coragem que a caracterizam. Estão frequentemente ligados a problemas sociais e às questões da condição feminina. Como recompensa, sofreu o isolamento e a discriminação da sociedade da época. 











A leitura das suas obras convida ao fascínio da descoberta. Os seus livros sobre África são pontes para a reflexão mágica, para a beleza. A densidade da escrita enleia-nos tal floresta tropical.

Escreve novelas, romances, livros de viagens que divulgam a diversidade antropológica de África e que Gilberto Freyre tanto elogia no prefácio do livro "Herança Lusíada." Um verdadeiro estudo sociológico.

Também na literatura para crianças Maria Archer se aventura e está presente. Publica semanalmente, entre 1935 e 1937, contos infantis no jornal infantil "O Papagaio". E, em 1938, conquista o prémio Maria Amália Vaz de Carvalho, com o livro "Viagem à Roda de África.

Para as crianças Maria escreve contos de encantar sobre África. Aos sobrinhos conta contos de encantar repletos de expressividade, de côr e de sons africanos. Era um deleite ouvi-la.

E, apesar de ter ganho em 1938 o prémio mencionado, ainda nesse ano e em 1947 vive a desventura de ver alguns dos seus livros apreendidos. ("Ida e Volta de uma Caixa de Cigarros" e "Casa sem Pão")

Em 1943 colabora com a revista Luso-Francesa «Afinidades», que era editada em Faro e em Lisboa, era seu director o Dr. Francisco Fernandes Lopes.

Em 1944, aquando da visita de Clarice Lispector a Portugal, estas duas escritoras encontram-se e convivem como se pode ler nos apontamentos de Lispector.

«Lisboa, 4 de agosto de 1944, sexta-feira - Ontem jantei em Cacilhas com Ribeiro Couto e Maria Archer (…) Mudei-me para o parque Palácio. Li todo o romance de Maria Archer - "Ela é apenas mulher"».

Em Lisboa Maria Archer convive com uma plêiade de escritores.
Filia-se em 1945 no Movimento de Unidade Democrática (MUD). 






Em 1949 Maria Archer apoia o candidato presidencial General Norton de Matos e participa em sessões como nos conta o "Jornal de Notícias" de 02de Fevereiro de 1949: "Em seguida a escritora Sr.ª D. Maria Archer falou sobre o direito de voto à mulher portuguesa e dirigindo-se às presentes disse: se desejai remodelar, reconstruir e trabalhar para um mundo melhor votai em Norton de Matos."

Em 1952, é credenciada como jornalista por Jaime Carvalhão Duarte, director do Jornal "República", para, nessa qualidade, poder assistir ao julgamento de Henrique Galvão. A compilação das notas deste julgamento em livro é considerada, pela PIDE, incómoda e inoportuna, esta polícia invade-lhe a casa e apreende-lhe o manuscrito, mas, sábia e precavidamente, Maria Archer enviara uma cópia para o Brasil.

Em 1955, fruto da rebeldia do seu comportamento político, abandona o País. Parte com a esperança de ver, um dia, o seu sonho realizado. Portugal um país livre, um país de igualdade entre homens e mulheres.
Maria Archer antecipa o futuro quando publica no Brasil, em 1959, "Os Últimos Dias do Fascismo Português", livro que relata o julgamento do capitão Henrique Galvão.



No Brasil a sua intervenção política visa uma resistência ao regime salazarista que se traduz na publicação de artigos nalguns jornais como "O Estado de São Paulo", "Semana Portuguesa", "Portugal Democrático" e na participação em conferências e palestras.
No processo da PIDE deparamo-nos com uma informação datada de 1957 que refere que Maria Archer era, nessa altura, directora do jornal "Portugal Democrático" e onde se lê: "jornal que visa unicamente atacar o governo de Portugal onde é dada guarida a todas as pessoas dispostas a isso."








Maria Archer reitera no Brasil a sua posição de opositora ao regime vigente em Portugal. E, confirmando esta atitude, em 21 de Maio de 1958, o jornal "República" dá a conhecer que Maria subscreve um telegrama enviado ao General Humberto Delgado "pela sua acção decisiva no despertar da consciência nacional" aquando da candidatura do General a Presidente da República em 1958.

Maria Archer integra o Comité dos Intelectuais e Artistas Portugueses Pró-Liberdade da Imprensa que divulga um folheto designado "Intelectuais portugueses livres denunciam o terror Salazarista", segundo conta o jornal "Última Hora" do Rio de Janeiro de 28 de Março de 1959 e, em Abril do mesmo ano, integra a Comissão de Recepção da visita ao Brasil do General Humberto Delgado.

Em Março de 1964, em São Paulo, Maria Archer, na qualidade de Presidente da União das Mulheres Portuguesas, profere a intervenção inaugural do encontro de solidariedade das mulheres brasileiras com as mulheres portuguesas presas políticas, conforme relata um artigo do "Portugal Democrático" de Abril de 1964.

Em Maio de 1966 a "Rádio Portugal Livre" noticia que Maria Archer integra um grupo de intelectuais e democratas portugueses, também residentes em São Paulo, que enviaram uma carta à Organização das Nações Unidas onde apresentavam acusações ao Governo Português de atentar contra a dignidade humana referindo expressamente o assassínio do General Humberto Delgado.

Maria Archer dá, ainda, o seu apoio à Frente Patriótica de Libertação Nacional por considerar que este é um movimento agregador com capacidade de dirigir o povo português na luta contra o regime vigente em Portugal. Será que algum dia verá as cores da liberdade?
A saudade vai-se instalando no espírito da escritora e a esperança de um novo dia e de um novo país também. Em Abril de 1970 Maria confidencia-nos: "de quando 









em quando sinto a esperança de se aproximar o dia em que regresso a Portugal…". Aliada à esperança do regresso a esperança de ser deputada da oposição, a esperança de por Portugal e pelos direitos das mulheres pugnar.

Apesar de os ventos não lhe serem de feição e de com 71 anos continuar a trabalhar para sobreviver, o espírito solidário e o idealismo mantêm-se inalteráveis. Nas linhas escritas em 6 de Julho murmura aos familiares o seu reconhecimento: "Agradeço o envio do dinheiro porque o mesmo se destinava à Comissão que trata de assuntos dos portugueses em más condições e destinava-se a pagar um tratamento de emergência ao Henrique Galvão, que contudo não o salvou. Serviu para ajudar a pagar o enterro."

Nova esperança surge na vida de Maria Archer quando em Fevereiro de 1973 um diplomata chinês a convida oficialmente a visitar a China onde "se processa agora a maior experiência sociológica de toda a História." Ao convite Maria responde que aceita mas impõe condições. As despesas terão que ser pagas pela China. Em troca "darei os direitos de autor das 1ªs. edições de livros que escrever". Em Março do mesmo ano o diplomata desloca-se propositadamente a Poços de Caldas para falar com a escritora. Maria vibra com o entusiamo de voltar a escrever mas a sua saúde não recupera e ela não consegue viajar até à China.
Regressa, em 26 de Abril de 1979, a Portugal, doente mas com um dos seus sonhos concretizado: Portugal vive as cores da liberdade. O verde da esperança e o vermelho da conquista e da alegria.
Perante a fragilidade da sua saúde falaram os silêncios. Silêncios que Fernanda de Castro poetizou não para Maria Archer mas adivinham a fragilidade da sua saúde:









"Já não vivo, só penso. E o pensamento

É uma teia confusa, complicada,

Uma renda subtil feita de nada:

De nuvens, de crepúsculos, de vento.

Tudo é silêncio. O arco-íris é cinzento,

E eu cada vez mais vaga, mais alheada.

Percorro o céu e a terra aqui sentada,

Sem uma voz, um olhar um movimento."

Em 1982, na hora da sua partida, de novo o silêncio de um país e de uma sociedade se ergueu no ocaso da sua vida.

"A pátria, não lhe reconheceu, como deveria ter reconhecido, o seu bom combate pela liberdade e pela igualdade da mulher" (Salvato Trigo, 24/11/2011).

Obrigada.

Lisboa, 26 de Março de 2014.
Olga Archer Moreira
(vale.olga@gmail.com)

quinta-feira, 13 de março de 2014

PROGRAMA   PROVISÓRIO

Mesa Redonda: “4 décadas de Migrações em Liberdade
(1974/2014)
Apresentação das Publicações da AEMM

Local: MNE - Palácio das Necessidades – Protocolo do Estado
26 de Março de 2014

  
 
15.00 Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas José Cesário
Intervenção Introdutória 
15. 15 - 16.15 Mesa Redonda   
Rita Gomes (Presidente da AEMM) 
A Emigração Portuguesa nas vésperas da Revolução

Mulheres Revolucionárias na Diáspora: Maria Benedicta Monteiro (ISCTE) sobre Maria Lamas e Olga Archer Moreira sobre Maria Archer

 
Manuela Aguiar  (Presidente da AG - AEMM)
1974 – 1984 - Novas configurações do fenómeno migratório  - os movimentos e as políticas

Deputado Carlos Gonçalves e Deputado Paulo Pisco
1984 1994 –  O significado da opção europeia

Maria Beatriz Rocha Trindade (Universidade Aberta-CEMRI)
1994 – 2004 Confluência de movimentos – emigração/imigração

 Victor Gil (MNE)
2004- 2014 - A  nova emigração


16.15 -17.15 Apresentação das publicações

“Expressões Femininas da Cidadania” e “Entre Portuguesas – Associação Mulher Migrante – 20 Anos”..
Intervenções sintéticas dos Autores das Comunicações, seguidas de debate.