segunda-feira, 19 de agosto de 2013

ESTER DE SOUSA E SÁ -RETALHOS DA VIDA EM ÁFRICA


RETALHOS DE UMA VIDA EM ÁFRICA


Escrito por: Ester de Sousa e Sá

Em 1952, filosoficamente dizendo, involuntariamente, voei nas asas do vento à descoberta do continente Africano. Era eu então ainda muito pequena, de mente ávida de conhecimento, imaginativa e receptiva a tudo o que fosse mudança.

Nessa época, nos anos após guerra, outra grande crise avassalava a Europa. Meu saudoso pai, destemido e dotado de grande inteligência, procurando melhor nível de vida para si e os seus, em 1948, emigrou para Moçambique. Regressou a Portugal, no fim do verão de 1951 com um pequeno “pé-de-meia,” acumulado à custa de muito sacrifício e trabalho. No entanto, como em Portugal nada tinha mudado, continuando a grassar a malfadada crise, meu pai voltou para África, desta vez levando consigo a família.                                                                                                                   Naquele tempo, as viagens para além mar eram feitas de barco. Não havendo outro meio de transporte que não fosse o navio e, com centenas de Portugueses todos os meses se aventurando a empreender tais viagens à procura de melhor vida, a marinha mercante portuguesa, prosperava. Com um saco cheio de ilusões, muita coragem alicerçada na fé e uma vontade férrea de vencer, os imigrantes portugueses, atravessavam os mares encafuados dentro do ventre dos navios, que sulcavam os mares tal qual ilhas flutuantes a caminho do desconhecido.

O destino escolhido por meu pai, foi o Porto da Beira em Moçambique. Após quase um mês de viagem marítima, finalmente chegamos ao destino. Embora as condições de vida no princípio fossem muito difíceis, ajudaram a moldar o meu caracter forte e resoluto que me tem ajudado a enfrentar a vida, principalmente nas adversidades. O facto de ter sido criada e educada em África, foi para mim uma aventura e experiência maravilhosa. Tenho imprimido na alma o rufar rítmico dos tambores e das marimbas num batuque desenfreado que em noites de lua cheia acordada ficava a escutar. Embebedei meus sentidos no néctar dos frutos maduros do cajueiro e mimoseei o palato em deliciosas mangas, goiabas e ananases que cresciam ao fundo do quintal amadurecidos pelo calor intenso e sufocante.

A nossa vida em África foi uma mudança radical. Tudo era diferente! As condições de vida eram precárias e o clima inóspito mas, o desconhecido fascinava-me e enquanto mecanicamente executava as obrigações que me impunham colaborando nos trabalhos da casa, minha mente tomava asas. Era livre no meu pensamento, absorvia tudo o que via e ouvia tal e qual uma esponja.

Certa vez, no fim da tarde de mais um fascinante pôr-do-sol rubo, fui despertada do que estava a fazer pelo roncar à distância, do motor do velho camião Ford do senhor Chico que chegava do mato. À medida que o camião se aproximava da nossa propriedade pela estrada de terra batida, esburacada pelas últimas chuvas, mais a chinfrineira aumentava com o bater da pesada carroçaria de madeira contra o metal provocado pelos solavancos. Snr. Chico era um dos poucos amigos da família. Era um homem novo, bem-parecido, de trinta anos apenas, alto moreno, cabelos negros e grandes olhos cor de avelã. Exuberava a energia de homem possante e saudável, na flor da idade. Tinha vindo para África, após a guerra como tantos outros à procura de aventura e fortuna. Naquele tempo percorria as picadas do mato no distrito de Manica e Sofala com o camião carregado com sacos de sal, arroz e açúcar que trocava aos indígenas que viviam longe das povoações, por cabritos, galinhas, galinholas, porcos do mato e outras coisas mais que vendia quando regressava à cidade. Nesse dia, quando o camião entrou na propriedade debaixo duma algazarra infernal à mistura com o latir dos cabritos e cacarejar das galinhas que consistiam na sua preciosa carga, nós em alvoroço, expectantes e empolgados aguardávamos a sua chegada no quintal. De sorriso largo pintado no rosto, o senhor Chico desceu do camião com um macaquinho pequeno ao colo. A mãe deste tinha sido abatida por caçadores furtivos e, a cria de olhitos assustados, agarrada à camisa surrada de suor do seu progenitor adoptivo espreitava-nos com curiosidade. Nós, crianças, ficamos encantadas e revezávamo-nos a tocar-lhe e a afaga-lo. Logo procuramos uma garrafa de sumo vazia e um bico de biberão e, fizemos-lhe uma mamada de leite condensado cruz azul que o bichinho esfomeado, devorou em três tempos. E assim, a esta família de quatro filhos se acrescentou um macaquinho chamado, simão.                                                     Aqueles dias em que o nosso amigo chegava do mato eram memoráveis, quebravam a rotina dos dias vividos na nossa casa, situada na pequena povoação da Manga que distava uns quinze quilómetros da cidade da Beira.                                      

A nossa permanência na Beira foi curta, não chegou a dois anos, no entanto foram talvez os dois anos mais marcantes da minha vida. Foi o tempo suficiente para meus pais prepararem as coisas para seguirmos numa outra viagem, esta de comboio até à Rodésia, naquele tempo, uma próspera colónia Inglesa. Aí, nesse país adoptivo, deixei-me beijar pelo perfume das flores do jacarandá que naquela época embelezavam algumas avenidas de Salisbury, a capital e, abracei uma nova cultura onde o progresso era evidente e o esforço era premiado.                                                                  No entanto, apesar das condições de vida terem melhorado consideravelmente, vi-me confrontada com dois tipos de cultura, o de casa; austero e restricto, à velha maneira Portuguesa, em que aos rapazes tudo era tolerado e permitido e, às raparigas tudo, ou quase tudo era vedado. Fora do lar porém, na escola e na sociedade em que estava inserida uma outra cultura, mais liberal, mais despida de preconceitos, mais equacionada nos direitos de ambos os sexos. Aprendi desde muito nova a viver em harmonia com os dois mundos, valendo-me dos valores que meus pais me incutiram e do discernimento próprio para me ambientar e enquadrar neste novo mundo. Sendo a Rodésia uma colónia Inglesa, o sistema, em todos os planos era o da Inglaterra. Já nessa altura as escolas públicas possuíam todas as facilidades facultativas a um ensino de alto nível, sendo providas de bibliotecas, piscinas e campos de ténis. Como criança a adaptação foi-me mais fácil melhorando ainda mais depois da aprendizagem da língua.

Não obstante a vida do imigrante ser difícil, havia oportunidade de evoluir e chegar mais longe. Como sou a única filha e por sinal a mais velha dos quatro filhos, desde muito nova me foi incutido o senso de responsabilidade. Pertenço àquela camada de gente que acredita que tudo se consegue com muito trabalho e esforço. Apesar dos valores da nossa sociedade estarem a mudar, ainda hoje acredito que nada se consegue sem trabalho e dedicação.           

            O povo Português para onde quer que emigre, carrega dentro de si um saudosismo do seu retângulo na Europa à beira mar plantado chamado; Portugal. Quase que faz parte do seu ADN. Quando as saudades apertavam, quando havia uns feriados e a vida permitia, meus pais, colmatavam essa tal saudade empreendendo uma viagem de oito a dez horas até à Beira de carro. Nós adorávamos essas curtas férias junto do oceano Índico.

            Em Salisbury, uma linda cidade no interior, onde nos fixamos, fiz os meus estudos. Acabei o ensino secundário e matriculei-me na Salisbury Polytechnic School, tendo concluído o curso de secretariado com dactilografia e estenografia. Embora nunca tivesse exercido tal curso, essas aptidões facultaram-me a entrada para o Barclays Bank D.C.O. iniciando assim uma carreira bancária.

Quando casei, fui viver para a capital de Moçambique então chamada Lourenço Marques. Cidade linda, voltada para o Oceano Índico, de palmeiras orlando a marginal ao longo da costa marítima e frondosas acácias em flor, a que os tons garridos e cromáticos das capulanas das suas gentes emprestam alegria.                                             Para saciar o interesse profundo pelo conhecimento que sempre senti dentro de mim, matriculei-me numa escola nocturna para adultos, continuando a estudar e nos fins dos anos sessenta, ensaiei os primeiros passos na pintura a óleo. Aprendi por mim própria tudo sobre diversas artes decorativas e lavores. Sempre tive uma grande paixão pela arte e como adoro o processo de criar algo, ao longo dos anos fui dando extravasão à minha criatividade nas diversas áreas.                                                                   Volvidos dez anos de vida de casada em Lourenço Marques, deu-se a descolonização. Foram tempos muito difíceis carregados de incertezas e, para salvaguardarmos a nossa segurança física e dos filhos saímos de Moçambique deixando para traz os bens que possuíamos, incluindo a nossa casa, indo viver para Durban na África do Sul.                                                                                                                     Recomeçar do nada com três filhos, mantendo um certo nível de vida, não foi fácil mas com uma vontade férrea de vencer, saúde e trabalho fomos pouco a pouco alcançando os nossos objectivos. Entretanto, nasceu o meu quarto filho e aí a vida profissional parou. Porém, quando este meu filho tinha dois anos, entrei de novo para o sistema bancário. Fiz-me membro do Instituto dos banqueiros da África do Sul estudando por minha conta à noite, depois de estarem todos jantados e deitados, submetendo-me aos diversos exames periódicos na Universidade do Natal, em Durban.

Foi também em Durban que me fiz associada da Liga da Mulher Portuguesa da África do Sul, tendo sido eleita passado uns meses para fazer parte da direcção. Com o entusiasmo que me é peculiar, dei o melhor de mim mesma a esta Liga que visa promover a cultura Portuguesa, incluindo nossos usos e costumes na África do Sul. Com a colaboração dos restantes membros da direcção organizei o 1º Congresso da Liga em Durban em 1995 e que foi um sucesso.

Vivi durante 44 anos em África dos quais vinte e dois, foram vividos em Durban África do Sul, linda cidade cosmopolita também virada para o Oceano Índico, onde criamos e educamos nossos filhos.                                                                                                   Tomei sempre parte activa nas diversas áreas da sociedade em que estive inserida. A convite do Ratepayers Association, uma espécie de Junta de Freguesia, fiz parte da direcção sem qualquer renumeração, atendendo e zelando pelos interesses dos munícipes do bairro onde residia. Desde os primeiros tempos da minha chegada a Durban, o meu gosto pelo canto, levou-me a fazer parte do coro da Igreja e dirigi um grupo de senhoras que tratavam das flores, chamando a mim própria a responsabilidade de enfeitar a igreja pelas grandes celebrações.                                        Fiz voluntariado como animadora para uma organização Internacional denominada “Faith & Light”, um movimento cristão fundado por Jean Vanier em França, com ramificações espalhadas pelo mundo que se dedica e apoia crianças deficientes e suas famílias, uma experiência que me foi muito gratificante, pelo carinho que recebi dessas crianças. Um dia durante uma das tantas reuniões em que participei, uma senhora, mãe de uma criança deficiente, voltada para mim pergunta-me:                 - Qual é a tua criança? Ficou atónita com a resposta que lhe dei.                                               -Nenhuma, mas como sou mãe de 4 lindos filhos saudáveis, em acção de graças a Deus, resolvi dar um pouco de mim própria a esta causa.                                              

Na Primavera de 1996, já com os filhos criados e entregues a si próprios, regressei com meu marido a Portugal, às minhas origens. Embora me considere uma cidadã do mundo, sou por nascimento uma mulher Portuguesa do Norte. Não vou dizer que volvidos tantos anos desde que daqui parti, a adaptação depois do regresso tenha sido fácil, valeu-me a minha experiência de vida e a minha paixão pela arte.
Agora com mais tempo e liberada da responsabilidade de criar os filhos, dedico-me inteiramente às artes, nomeadamente à escrita, pintura e escultura.                   

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Deolinda Adão A arte no feminino Encontro em Espinho

A Profª Deolinda Adão  trouxe a Portugal. numa visita de estudo, 15 dos seus estudantes das Universidades de Berkeley e de San José.
Espinho foi, pela 1ª vez, parte desse roteiro, num encontro que reuniu na Bienal os jovens com a Vereadora da Cultura Leonor Fonseca, com muitas das artistas, com dirigentes da Associação de Estudos Mulheres Migrantes e com professores e alunos da Escola Domingos Capela.
Largas dezenas de participantes, uma introdução de Deolinda Adão e, depois, um debate animado,
Um dia para recordar, uma iniciativa para repetir no próximo verão, ainda que fora do contexto da bienal.
Aqui ficam as palavras de Deolinda Adão nesse 26 de julho de 2013
"Agradeço à Dra. Manuela Aguiar que se disponibilizou para ajudar a organizar este evento no âmbito da bienal de "Arte no Feminino", à Dr. Leonor Fonseca, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Espinho ambas membros da comissão de Honra da 2ª Bienal Mulheres d'Artes, que pôs em prática esse pedido e em poucos dias organizou este evento no qual nos honra participar. Agradeço também às artistas aqui presentes que em realidade representam os milhares de mulheres portuguesas produtoras de arte, nas mais variadíssimas vertentes e com diversas representações.
Há séculos que mulheres produzem arte, embora o reconhecimento dessa produção é relativamente recente. Quase desde o início da humanidade muita da tarefa feminina exigia que elas quotidianamente desenvolvessem de uma forma ou outra uma atividade artística. Desde as maquilhagens e máscaras primitivas, até aos complexos penteados e ornamentações de vestuário. Já para não falar de utensílios e roupas domésticas. As nossas rendeiras, bordadeiras, tecedeiras, e demais artesãs são perfeitos exemplos de artistas anónimas que por séculos tem contribuído para o embelezamento do dia a dia, das suas famílias e da sua sociedade em geral.
Passaram séculos de anonimato até que a produção artística feminina começasse a ser reconhecida com tal, ou seja como produção artística e começasse a ser inserida no Canon Universal.  A mulher que produz arte, seja em que vertente for, é em primeira instância apenas isso - uma artista. A particularidade do seu género, é apenas isso uma particularidade. Assim, é com muita alegria que participamos na segunda bienal de Mulheres d'Artes, em que se apresenta arte unida entre si pela particularidade de ter sido produzida por mulheres.
Esta produção artística de mulheres, para além da sua vertente universalista, está frequentemente marcada pela feminilidade e pela dialética feminina, que pode por vezes incluir a forma como a mulher dialoga com as condições sociais associadas à sua posição na sociedade, e particularmente neste caso dentro dos condicionamentos impostos a mulher dentro da tradição paternalista da cultura portuguesa. A produção artística é sempre uma apoderação de agência, um processo de autorrepresentação e uma afirmação do eu, seja este privado ou coletivo. Esta apropriação, este ato construtivo é sempre uma audácia, um ato heroico, uma emancipação, enfim uma autoconstrução, um auto parto. Ser mulher artista, é muito mais que ser simplesmente mulher ou simplesmente artista. É ser o veículo que altera os parâmetros de feminilidade vigentes e que insere a mulher na esfera do Universal e transporta a sua produção artística milenar desde a escuridão do espaço doméstico para a visibilidade da esfera pública. Esta bienal que aqui se realiza por segunda vez em Espinho, é evidencia inequívoca de que a arte produzida por mulheres está permanentemente e inequivocamente inserida na esfera pública, tem a luz dos sois que dão brilho ao universo artístico e dão mais brilho e beleza às nossas vidas e à humanidade.
Obrigada"
Nós,  todos os que, em Espinho, tivemos a sorte de participar no Encontro, é que estamos muito gratos à Doutora Deolinda e aos alunos, que, com ela, vivem a aventura da cultura portuguesa em terras portuguesas,

segunda-feira, 8 de julho de 2013

2013 EXPRESSÕES FEMININAS DE CIDADANIA - AS PORTUGUESAS NO RECIFE

Recife, Salão Nobre do Gabinete Português de Leitura, 18 de Novembro de 2013, 19 horas

APRESENTAÇÃO

Associando as comemorações do Ano de Portugal no Brasil aos 20 anos da Associação de Estudo,

Solidariedade e Cooperação Mulher Migrante, este Encontro que tem o alto patrocínio do Secretário de

Estado das Comunidades Portuguesas, pretende dar visibilidade à contribuição da Mulher Portuguesa na

disseminação da Ciência, Literatura, Arte, Cultura, Saúde, Educação, Justiça, Segurança Social, Desporto,

Economia e Empreendedorismo na cidade do Recife e, por alastramento, no Brasil, refletindo a projeção

social e profissional neste espaço da diáspora portuguesa.

No Brasil, eventos desta natureza ganham especial contorno, não apenas pelos laços históricos

que unem o Brasil a Portugal, mas também pelo crescente desenvolvimento econômico do Brasil no

cenário internacional, pelo que este Encontro da Comunidade Portuguesa radicada no Recife balizará o

conhecimento do papel da mulher portuguesa neste espaço da nossa lusofonia, com a  identificação dos

diversos caminhos que têm e vêm traçando.

                   Rita Gomes                                                                     Maria Manuela Aguiar

Presidente da Direção da Associação Mulher Migrante                             Presidente da Assembleia Geral da

Associação Mulher Migrante

PÚBLICO-ALVO:

Comunidade Portuguesa no Recife, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Católica e outras

particulares (elencar), Hospital Português do Recife, Gabinete Português de Leitura, Câmara do Comércio,

Vice-Consulado Português no Recife, Clube Português do Recife, Governo do Estado de Pernambuco

(Secretaria da Mulher), Prefeitura da Cidade do Recife, Instituições, Entidades e Associações LusoBrasileiras, bem como pesquisadores interessados na temática voltada à questão de gênero e à influência e

conquistas da mulher na sociedade.

PROGRAMA

• 19 horas: Abertura

• - Presidente do Gabinete Português de Leitura – Boas Vindas (5´)

• -  Secretário das Comunidades Portuguesas (10´)

• - Manuela Aguiar – Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudos Mulher Migrante (10´)

• Palestra: Cristina Buarque (Secretaria Estadual da Mulher). Tema: questões de gênero (10´)

• Palestra: Maria do Carmo Lencaster (RHP). Tema: sua atuação frente à Direção técnica do RHP (10´)

• Palestra – Laura Areias. Tema: sua contribuição à literatura luso-brasileira (10´)

• Palestra – Ana Mª Ferreira da Costa. Tema: um exemplo de empreendedorismo (10´)

• Palestra – Paula Peixoto. Tema: a expressão portuguesa na arquitetura do Recife e Olinda (10´)

• Palestra - Berta Guedes – o projeto inovador de apoio à mulher vítima (10´)

• Palestra – Graça Guedes – Um novo associativismo para os mais velhos (10´)

• Debate

• Conclusões / Encerramento

• Exposição de Arte – Pintura em tela

• Coquetel volante

• Apresentação de bloco carnavalesco e Folia das Deusas

ORGANIZAÇÃO:

Associação de Estudos Mulher Migrante (Recife)

 Associação Folia das Deusas (sem fins lucrativos, tem por objetivo promover ações de apoio às mulheres

em suas lutas por igualdade de gênero, oportunidades e justiça social)

ORGANIZAÇÃO / CONTACTOS:

Berta Fernanda de Souza Guedes Santana - bertaguedes@hotmail.com /(81) 91014545 e 97308673

domingo, 7 de julho de 2013

MARIA VIOLANTE com jovens luso-argentinos em Portugal

Viaje grupal del Rancho Folclórico “Raízes de Portugal”

Destino: Portugal

Duración: 17 días

Día 1: jueves 11 de julio del 2013

Buenos Aires – Madrid

Salida a las 12:50 hs. desde el aeropuerto internacional de Ezeiza (Argentina) en vuelo internacional

Iberia 6842 hacia el aeropuerto internacional de Madrid (España).

Día 2: viernes 12 de julio del 2013

Madrid - Porto  - Viana do Castelo (Areosa)

Llegada al aeropuerto internacional de Madrid a las 05:45. Transbordo al vuelo internacional Iberia 8770

partiendo a las 08:00 hs. con destino al aeropuerto internacional de Porto (Portugal). Llegada a Porto a

las 08:05 hs. (una hora menos que en España), recepción. Comienzo de los servicios terrestres. Visita

panorámica a la ciudad de Porto recorriendo sus pintorescas calles, su Catedral y la iglesia de San

Francisco. Almuerzo en Porto. (Almoço Pic-Nic) Por la tarde, visita al Palacio de la Bolsa y a la bodega

Sanderman con degustación de vino. Vila do Conde, Povoa do Varzim Traslado a la sede del GEA.

Alojamiento y cena.

Coordenador da visita – Geraldo Quintas

Día 3: sábado 13 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa) – Ponte de Lima - Barcelos –Braga - Viana do Castelo (Areosa)

Desayuno a las 07:00 hs. Visita a la ciudad de Ponte de Lima e Barcelos ( com Pic-Nic ) Por la tarde,

partida hacia Braga. Breve recorrido por la ciudad y subida al Monte de Bom Jesús en el funicular

movido por agua. Finalizada la visita, regreso a la sede del GEA.

Jantar- Arraial Minhoto na Quinta de Santoinho,  (das 20h00  ás 01h00)

Coordenador da visita a Braga – José Pinto

Día 4: domingo 14 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa)

Desayuno a las 08:00 hs. Visita a la ciudad de Viana do Castelo. Su centro histórico, plaza de la

República, Museus, Igrejas, etc.

Almoço livre nos restaurantes de Viana

Tarde - Visita e  espetáculo do Grupo junto ao Templo de Santa Luzia

Jantar oferecido pela organização do espetáculo.

Coordenador da visita local: Alberto Rego

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Casa de Portugal  –  Virgem de Fátima

                 _______________________________________________________________________________________

          Cno. Gral. Belgrano Km.15,700 – Villa Elisa - La Plata -  Pcia. Bs.As. – Argentina

Social, Cultural y Recreativa

Día 5: lunes 15 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa) – Santiago de Compostela (España) - Viana do Castelo (Areosa)

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Santiago de Compostela. Pasando por Caminha, Cerveira,

Valença, ( Fronteira, Portugal Espanha)Tuy, Vigo, Pontevedra

Visita panorámica a la ciudad, su catedral y sus principales monumentos. Almuerzo (Almoço Pic-Nic)

en Santiago de Compostela.

Por la tarde regreso a la sede del GEA. Cena.

Día 6: martes 16 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa)

Tiempo Libre. para compras , lazer e praias. (Almoço Pic-Nic)

Eventualidade de espetáculo para o Centro Social de Areosa na SIRSA de Tarde.

Noite convívio (entre os 2 Grupos) com Jantar na sede do Grupo Etnográfico de Areosa

Día 7: miércoles 17 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa) – Guimaraes - Vila Real – Pinhão - Peso da Régua - Viana do Castelo

(Areosa)

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Guimarães. Visita panorámica de la ciudad donde nació Portugal

y del Palacio Ducal. Almuerzo en Guimarães.  (Almoço Pic-Nic)

Partida hacia Vila Real. Visita panorámica de la ciudad, recorrido del Palacio Mateus y sus jardines.

Por la tarde, partida hacia Pinhão donde se tomará un tren de línea a Peso da Régua recorriendo los

bellos paisajes del Duero. El colectivo esperará en la estación de Peso da Régua para emprender el

regreso a la sede del GEA. Cena.

Día 8: jueves 18 de julio del 2013

Viana do Castelo (Areosa) - Aveiro - Coimbra - Fátima

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Aveiro (no se regresa a Areosa). Visita panorámica de la ciudad y

barcos moliceiros. Almuerzo en Aveiro. (Almoço Pic-Nic) Por la tarde partida a la ciudad de Coimbra.

Visita panorámica con río Mondego  y recorrido de su universidad. Finalizada la visita, partida a

Fátima. Alojamiento y Cena.

Día 9: viernes 19 de julio del 2013

Santarém – Batalha – Tomar – Fátima

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Batalha. Visita a su monasterio. Luego, partida hacia Tomar.

Visita al Convento de Cristo y palacio de los templarios. Almuerzo en Tomar. Por la tarde, partida

hacia Fátima recorriendo Valinhos, Aljustrel y el Santuario. Finalizado el recorrido, regreso a hotel en

Fátima. Cena.

Día 10: sábado 20 de julio del 2013

Santarém – Miras de Aire – Alcobaça - Nazaré – Óbidos – Fátima

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Miras de Aire. Visita a las grutas. Luego, partida hacia

Alcobaça. Visita al Convento románico. Almuerzo en Alcobaça. Por la tarde, partida hacia Nazaré

2

Casa de Portugal  –  Virgem de Fátima

                 _______________________________________________________________________________________

          Cno. Gral. Belgrano Km.15,700 – Villa Elisa - La Plata -  Pcia. Bs.As. – Argentina

Social, Cultural y Recreativa

realizando una visita panorámica por la bella ciudad costera. Por último, breve visita a la ciudad

amurallada de Óbidos. Finalizado el recorrido, regreso a Fátima. Cena.

Día 11: domingo 21 de julio del 2013

Fátima – Lisboa

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Lisboa. Visita a la Torre de Belem, el monumento a los

descubridores y el monasterio dos Jerónimos. Almuerzo en Lisboa. Por la tarde, visita al Castillo de

San Jorge. Tiempo libre para caminar por el centro. Finalizado el recorrido, regreso a hotel en Lisboa.

Cena.

Día 12: lunes 22 de julio del 2013

Santarém – Sintra – Cabo da Roca - Lisboa

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Sintra. Visita al Palacio da Pena. Almuerzo en Sintra.  Tiempo

libre para caminar por la villa. Por la tarde, visita al Cabo da Roca, punto más occidental de Europa.

Finalizado el recorrido, regreso a Lisboa. Cena.

Día 13: martes 23 de julio del 2013

Lisboa - Évora – Albufeira

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Évora (no se regresa a Lisboa). Visita a la catedral, templo de

Diana e iglesia de los huesos. Almuerzo en Évora. Por la tarde partida hacia Albufeira. Alojamiento y

cena.

Día 14: miércoles 24 de julio del 2013

Albuferira - Cabo de São Vicente – Sagres - Lagos - Portimão -  Quarteira – Faro - Tavira - Albuferira

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Cabo de São Vicente y Sagres: Punto de partida de los barcos

en la época de los descubrimientos. Visita panorámica por las principales ciudades de Algarve (Lagos -

Portimão -  Quarteira – Faro – Tavira). Regreso a Albufeira. Cena

Día 14: jueves 25 de julio del 2013

Albuferia – Moncarapacho - Albufeira

Desayuno a las 07:00 hs. Partida hacia Moncarapacho. Ensayo con el Rancho folclórico. Regreso a

Albufeira y almuerzo. Resto del día: libre. Cena.

Día 15: viernes 26 de julio del 2013

Albufeira

Día Libre, visitando alguna playa de Algarve.

Día 16: sábado 27 de julio del 2013

Albufeira – Lisboa

Fin del los servicios terrestres.

Por la mañana, traslado de parte del grupo al Aeropuerto internacional de Lisboa. Fin de los servicios

3

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ARCELINA SANTIAGO Migrações e Artes no feminino- súmula do Encontro

Foi com muito prazer que elaborei as breves notas finais  deste Encontro que , tal como os anteriores, acolhe sempre   conteúdos ricos, mas este, dotado de grande simbolismo porque marcou o início  das comemorações  dos 20 anos  da Associação de Estudos Mulher Migrante ( AEMM) em torno das questões de igualdade de género em contexto migratório. Dar inicio a esta efeméride, integrada na  II
Bienal "Mulheres d' Artes”, promovido pela Câmara  Municipal de Espinho, que reuniu muitas artistas da  diáspora, foi uma oportunidade de ouvir as próprias artistas  sobre interrogações a que é importante dar resposta, e que também suscitaram curiosidade dos jovens estudantes, presentes neste Encontro. Esta bienal de artes no feminino, por ser representativa do universo de mulheres das artes
e, neste caso, da diáspora, é algo de único no país e, por isso, coloca Espinho como pioneira na rota deste tipo de evento o que  muito nos orgulha.
 Também a parceria com  o jornal " As artes e as letras merece um destaque especial na concretização deste Encontro. 
 "Expressões da cidadania no feminino" será o tema  recorrente, como referiu a Dr. Manuela Aguiar  da AEMM e que procurará pôr em foco a realidade da vida e obra das  mulheres em diferentes domínios da cultura, da intervenção  cívica e política, da diplomacia, do empreendedorismo económico.
A Associação, através das suas Presidentes da Assembleia Geral e da Direção, respetivamente Drª
Manuela Aguiar e Drª Rita Gomes, agradeceram e  enalteceram a colaboração  da Câmara Municipal , em particular da Senhora vereadora, Drª Leonor Fonseca,  alma deste evento e do Dr.  Armando Bouçon, diretor do Museu Municipal – FACE,  que conseguiram   acolher uma
exposição com esta dimensão.
Destacaram também  o conjunto de atividades desenvolvidas pela AEMM, realçando-se que só foi
possível tal ação graças ao apoio dado pela Secretaria de Estado daa Comunidades Portuguesas.
A mensagem cheia de significado  do Senhor  Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. José Cesário, cuja presença honrou a Associação, foram reveladoras  de que esta continua a
exercer o seu papel na defesa das mulheres em contexto  migratório, no reforço da lusofonia e da Portugalidade e divulgação das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Destacou também a importância destas não apenas na perspetiva empreendedora, da área dos negócios e comércio, das remessas, mas também no potencial  cultural que elas possuem. Referiu-se  à  outra metade dos portugueses  e   seus descendentes que habitam em tantos lugares do mundo e que fazem de Portugal um grande país,  não apenas o país de 10 milhões mas  muito mais e que a importância do nosso
país  é notória e  reconhecida em todo o mundo. Daí haver  representantes portugueses em todo os organismos de caracter internacional. 
Os poemas  declamados  pelos dos alunos da Escola  Básica e Secundária Domingos Capela, sobre o mar e  sobre a diáspora,  temas de autores portugueses, foram palavras inspiradoras e carregadas de  simbolismo , como refere Vergílio Ferreira “ da minha  língua vê-se o mar” . Também simbólico foi a exposição das magníficas  caravelas feitas de material reciclado  pelos alunos, representando "a partida" que faz parte da nossa longa  história da diáspora portuguesa.
A  Introdução ao tema pela Profª Doutora Isabel Ponce de Leão – Universidade Fernando Pessoa -  levou-nos à  reflexão  em torno de questões que se prendem com o papel das mulheres  no mundo artístico e de  mobilidade cultural.  Referiu o marco da nova corrente estética, o pós-colonialismo,  onde ocorre um novo paradigma de sociedade  e onde a mulher ganha um novo estatuto e
importância própria.
A segunda comunicação , pela Profª Doutora Ana Gabriela  Macedo da  Universidade do Minho (“Novas Corpografias de Arte no feminino”) deu-nos a conhecer, de forma muito  breve, o seu estudo académico sobre a   representação do feminino e da sua identidade na área da pós –modernidade
com incidência  na obra de Paula Rêgo, obra inspiradora  que provoca admiração e, por vezes, choque. A relação que as mulheres têm com o mundo e com os outros  remete-nos para as artistas controversas   como uma forma  de questionamento e reflexão. A alteridade afirmada não é
apresentada como algo menor mas enquanto  diferente e de forma positiva. Por fim, realçou as novas corpografias nos feminino e a arte ligada à cidadania onde as mulheres continuam a ter dificuldade em expor a sua arte. 
 As intervenções de algumas  artistas   levou-nos a concluir muito da sua forma de estar no mundo das artes e o seu papel enquanto cidadãs da diáspora e quão rica foi a interligação cultural  para o seu desenvolvimento como pessoas e artistas. Foram levantadas questões  diversas a suscitar reflexão: redução das horas dedicadas à Educação Visual no sistema de ensino em Portugal; das dificuldades
burocráticas portuguesas no transporte de obras de arte ;  a necessidade de uma maior intervenção do Estado em prol das artes; o elevado custo dos mestrados em Portugal  em relação ao estrangeiro;  os subsídios e sua  dependência ou até que ponto o artista terá de ficar enformado pelo circuito comercial para poder sobreviver em vez de ser um criador pleno…
Algumas artistas da diáspora   de várias áreas( fotógrafa, pintora, galerista, poetisa…)  deram  testemunho  das suas histórias de vida, onde ficou patente o  seu ecletismo cultural e desassossego permanente  , importante para o seu sucesso  enquanto mulheres, cidadãs e artistas.
A intervenção dos  alunos da EBSDC  jovens criadores , orientados pelas suas professoras, Filomena Bilber da Artes e Nelma Patela da Língua Portuguesa  foi  uma forma inspiradora e reveladora  de que a AEMM, ao fazer os seus 20 anos de atividade, tem  já   os olhos postos no futuro,  simbolizado aqui pela presença destes jovens. O envolvimento dos mais jovens sobre  as questões aqui em
apresentadas torna-se  na verdade enriquecedor.
 O projeto que aqui  começou terá  continuidade  com as entrevistas que cada jovem irá realizar às artistas plásticas  da diáspora aqui presentes nesta exposição  e que elegeram tendo em conta a obra que mais gostaram .
Desta forma, obter-se-á uma visão dos jovens sobre a questões da cidadania , das mulheres nas artes da diáspora.
Este  é um bom sinal  de vitalidade desta Associação que,  este ano, celebra 20 anos.

                                         Arcelina Santiago

terça-feira, 4 de junho de 2013

CONTRA O TABACO! NA RÁDIO ARCOENSE, CARACAS

.Que pensou da proposta do Presidente da Radio Arcoense (Antonio Coelho) em ser madrinha da programação especial “Roberto Leal” por ocasião do Dia Mundial Sem Tabaco, sexta feira 31/05?
Fiquei feliz por poder colaborar numa excelente e original iniciativa. Muito boa a ideia de envolver Roberto Leal. com a força das suas convicções e com o seu carisma. Alguém que todos admiramos,nos palcos, mas também na sua vida como cidadão empenhado em Causas humanitárias
.Já tinha recebido uma proposta assim? Já foi madrinha de algum evento similar? Dia mundial em radio? Que pensa da iniciativa da Radio Arcoense?
Na verdade é a 1ª vez que isto acontece num progranma de rádio, embora já tenha participado em várias campanhas de prevenção de riscos e doenças, Renovo as felicitações ao Director da R A pelo formato escolhido
.Que pensa do Dia Mundial Sem Tabaco instituído pela OMS (ONU)?
Acho que é uma chamada de atenção imprescindível, pois o tabaco mata! E atnge também os fumadores passivos, É preciso que as pessoas tomem consciência destes malefícios, O dia sem tabaco tem de ser o princípio de um mundo sem tabaco!
 
.É fumadora? Foi fumadora? Sofre do fumo o de ser fumadora passiva?
Nunca fumei - só por brincadeira, nos dias de juventude e muito raramente. Mas tanto o Pai como a Mãe eram fumadores e o meu ex-marido também. Vivi em ambientes de fumo e não gostei da experiência. Reclamava e tentava converter os fumadores. Sem êxito, nessa época.....
.Que pensa desta programação especial Roberto Leal 24h na Radio Arcoense?
Tenho a certeza que vai ser um sucesso. Espero que tenha efeitos no futuro, que ajude a diminuir a prática, que começa pr ser social e lúdica e acaba em vício. Vamos tentar preveni-lo, sobretudo entre a juventude!
.Gosta do artista Roberto Leal? Tem anedotas com este artista?
Conheci Roberto há quase 30 anos, em São Paulo. Foi uma surpresa ver como era uma pessoa simples, simpática, ele que era já tão famoso. Podia contar muitas, muitas histórias de Roberto - nada de anedotas . Actos de generosidade e de poruguesismo sem fim! Como naquele dia da Comunidade luso-brasileira, promovido pela Secretaria de Estado da Emigração em que foi actuar como amigo, sem cachet, num concerto no estádio de Guimarães. Á hora do concerto chovia torrencialmente! Eu ía a caminho do recinto bem preocupada... Mas o estádio estava cheio, a chuva abrandou e o sucesso foi imenso. Roberto encantou pela música e pela palavra. Inesquecível!

AMM Na II BIENAL D' ARTES DE ESPINHO

A AEMM vai comemorar ao longo de 2013 o seu 20º aniversário, promovendo, à semelhança do que aconteceu durante duas décadas, uma sequência de colóquios e encontros para debate das questões de igualdade de género em contexto migratório . "Expressões da cidadania no feminino" será o tema genérico, que procurará poe em foco a realidade da vida e obra das mulheres em diferentes domínios da cultura, da intervneção cívica e política, do empreendedorismo económico.
O primeiro encontro realiza-se em 31 de maio, em Espinho, integrado na II Bienal "Mulheres d' Artes, promovido pela Câmara Municipal de Espinho e será uma oportunidade de olhar