terça-feira, 8 de outubro de 2019
MARIA ARCHER UMA JORNALISTA PORTUGUESA NO EXÍLIO
Caras amigas e caras amigas
Associadas e associados da AMM
Na próxima 6ª feira, dia 11, a Profª Doutora Elisabeth Batistta, uma das maiores especialistas na obra de Maria Archer, vem a Portugal fazer o lançamento do seu mais recente livro "Maria Archer, uma jornalista portuguesa no exílio", no salão nobre da Casa da Beira Alta, na Rua de Santa Catarina, 147-1º Porto.
A sessão é uma iniciativa conjunta da Casa da Beira Alta, da Associação Mulher Migrante e do Círculo Maria Archer. O lançamento do livro, que lança nova luz sobre o período menos conhecido da vida de Maria Archer - os largos anos de exílio no Brasil - será antecedido por um diálogo sobre a atualidade do pensamento e das grandes causas defendidas por esta notável escritora e jornalista portuguesa do século XX.
Estão agendadas curtas intervenções do Presidente da CBA, Dr. Afonso Costa, minha (História e futuro da AMM - homenagem à Dra. Rita Gomes) e da Dra. Manuela Aguiar (A modernidade de Maria Archer).
Esperando que possam estar presentes e dar contribuição para o debate, envio as minhas saudações amigas
Graça Sousa Guedes
domingo, 1 de setembro de 2019
ADELAIDE VILELA sobre MULHERES E CIDADANIA
Sobre o texto de apresentação da exposição Mulheres e Cidadania, na Bienal Internacional de Gaia
um comentário enviada pos Adelaide Vilela - AMM Montreal
um comentário enviada pos Adelaide Vilela - AMM Montreal
Quanta verdade, nua e cru, se conta neste seu texto. A mulher enfrentou e continua a lutar pela sua emancipação e liberdade, nas sociedades de hoje. Obrigada Dra. Manuela Aguiar por continuar a erguer a sua voz para que a mulher ganhe mais direito ao Sol, sem ter que pedir autorização a ninguém. Como viajo imenso, por esse Mundo além, tenho observado que o lugar da mulher fica muito aquém da posição do homem e, que, portanto a consideram ainda um ser inferior, nesta Terra em que o próprio Filho Deus, quando apareceu às Marias, lhes entregou a Liberdade da palavra e a boa nova. Ora vejamos então como a mulher foi considerada inferior ao homem, a tal ponto que já ia larga a década de 60 quando ela teve direito a voto. E quem é quem fez essa lei? Parece que ainda vivemos mais atrasados do que nos tempos em que Jesus pregava no deserto. Felizmente que em Portugal as coisas mudaram.
Uma vez mais muito grata por trazer a lume este sensível tema.
Adelaide
sábado, 17 de agosto de 2019
Paricipação da AMM na BIENAL INTERNACIONAL DE GAIA
MULHERES E CIDADANIA
Exposição comissariada pelas associadas Maria Manuela Aguiar e Luísa Prior
Artistas convidadas
Alina Patamarciuc, Augusta Albuquerque, Barbara Mulbach, Cani Navarro, Constância Néry, Helena Leão,Ludmilla, Luísa Prior, Mariana Alvarez Henrique, Mercè Riba
Apresentação por Maria Manuela Aguiar
Catálogo da Bienal, pag 208
Exposição comissariada pelas associadas Maria Manuela Aguiar e Luísa Prior
Artistas convidadas
Alina Patamarciuc, Augusta Albuquerque, Barbara Mulbach, Cani Navarro, Constância Néry, Helena Leão,Ludmilla, Luísa Prior, Mariana Alvarez Henrique, Mercè Riba
Apresentação por Maria Manuela Aguiar
Catálogo da Bienal, pag 208
A criação artística, como expressão cultural da cidadania tem, assumidamente, o seu lugar no mundo da 3º Bienal Internacional de Arte de Gaia. Com esta exposição temática, "Mulheres e Cidadania", e o colóquio sobre o mesmo tema, procuramos, em diálogo, mundividências de migrantes, de estrangeiras, ou seja, diferentes olhares de mulheres de outros países e culturas sobre si mesmas, as suas sociedades, a particularidade das suas vivências, enquanto parte emergente da Humanidade, após um silenciamento milenar, do qual tão poucas lograram libertar-se.
As Mulheres chegaram, na nossa época, a este como a outros domínios, para ocupar o vazio da sua própria ausência, ou relativa ausência, num universo dominado por padrões masculinos. Desde sempre artífices de múltiplas formas de produção artística - artesãs, cultoras anónimas do esteticamente belo na esfera privada, das máscaras primitivas aos trajes, à decoração ou à pintura - só com a entrada na esfera pública, começaram a ser reconhecidas. Porém, com que dificuldade, com que suplemento de esforço, de audácia e de talento, conseguem fazer caminho? E de que modo essa vontade de transcendência, a par de outras especificidades, se reflete no trabalho artístico? Pode ele constituir-se, não só em instrumento de construção do "eu", de auto-afirmação, mas, também, de reconstrução social? Será um meio, por excelência, de representação do feminino e da intervenção cívica? E há, verdadeiramente, uma "Arte no feminino" - um modo diferente de estar no terreno das Artes e das Letras, da Música, tal como do Desporto, ou da Ciência? Ou nada é de resposta fácil e evidente no processo que se desenha entre a natureza invariável do sexo e as condicionantes essencialmente mutáveis de género?
Visível e incontornável é, ainda, a discriminação, que marginaliza, em todos os campos, o "feminino". Certa é a importância da sua inclusão progressiva no "Todo", significando duplicação de contributos, de criatividade, de génio, uma dinâmica nova, em absoluto, um "avanço civilizacional", como dizia Emmeline Pankhurst.Se a Arte quer ascender a uma dimensão universal não pode prescindir da presença e da interlocução entre géneros, bem como entre povos e suas variadas e fascinantes heranças culturais, que o fenómeno histórico de infindáveis migrações serviu para pôr em contacto e progresso.
Uma mostra simbólica de obras de mulheres migrantes ou estrangeiras (e estrangeiras foram, tradicionalmente, todas no seu próprio País, que lhes negava direitos e pública aceitação...) pretende, antes de mais, no espaço e no tempo da Bienal, dar livre curso ao questionamento do presente e às possíveis reconfigurações do futuro
Maria Manuela Aguiar, Comissária
(in Catálogo da Bienal)
AMM julho
13 de julho - Participação de associadas da AMM de diversos países no 1º Congresso Mundial de Redes da Diáspora, no Porto - Maria de Lurdes (Venezuela), Emmanuelle Afonso (França), Deolinda Adão (EUA), Maria Manuela Aguiar, Rosalina Santos (Portugal)
24 de julho - Presença das associadas Manuela da Rosa (RAS) e Maria Manuela Aguiar no "Fórum Madeira Global", a convite do Governo Regional. Manuela Aguiar interveio sobre o tema "participação política dos portugueses no país de origem"
25 de julho - Pariicipação de Manuela da Rosa e Manuela Aguiar no "Encontro de Empresários da Diáspora" realizado no Funchal
24 de julho - Presença das associadas Manuela da Rosa (RAS) e Maria Manuela Aguiar no "Fórum Madeira Global", a convite do Governo Regional. Manuela Aguiar interveio sobre o tema "participação política dos portugueses no país de origem"
25 de julho - Pariicipação de Manuela da Rosa e Manuela Aguiar no "Encontro de Empresários da Diáspora" realizado no Funchal
AMM - DE MARÇO A JUNHO
- 8 de março, 6ª feira - Homenagem da AMM a Natália Correia na casa dos Açores do Porto, moderado por Otília Santos, com a participação do Presidente da Casa doa Açores do Norte, da Vereadora da Câmara do Porto Ilda Figueiredo e da pintora Do Carmo Vieira
- 9 de março, sábado - Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, Espinho - Tributo a Natália Correia, organização da AMM. Moderação de Manuela Aguiar, palestras de Jose´Emílio Nelson e Do Carmo Vieira
- ? abril - Monção Parceria AMM Câmara de Monção e instituições de ensino locais - Colóquio sobre a emigração portuguesa para França, moderação Graça Guedes, intervenções das associadas de Engrácia Lendro e Arcelina Santiago, entre outros
3 de maio - Lisboa, Ministério dos Negócios Estrangeiros - Lançamento do livro "Vidas com sentido", 225 histórias de vida, homenagem aos portugueses da América, no 225º aniversário da criação do Consulado de NY, uma iniciativa da Embaixadora Manuela Bairos, que era a responsável pelo Consulado e a primeira mulher a ocupar o posto. A AMM paricipou no projeto e no lançamento, presidido pelo MNE, esteve present e interveio uma das fundadoras, Maria Manuela Aguiar
23 de abril - Lever, Gaia 3ª Bienal Internacional de Artes de Gaia - uma "Bienal de causas"A AMM, através das associadas Maria Manuela Aguiar e Luísa Prior comissariou uma das exposições temáticas, com enfoque em "Mulheres e Cidadania, inaugurada neste dia
25 de abril - O dia 25 de abril foi celebrado em Gaia no espaço da Bienal e uma das duas exposições escolhidas para o efeito foi a das "Mulheres e Cidadania. A intervenção esteve a cargo de Maria Manuela Aguiar, que também subscreveu a apresentação do tema para o catálogo da Bienal.
- 10 de maio, Clube Fenianos Porto. Comemorações do Dia da Comunidade Luso-Brasileira. levadas a cabo pela AMM, pelo 4º ano consecutivo
Colóquio "Portugal Brasil, a descoberta continua" , com intervenções de Graça Guedes, Salvato Trigo, Manuela Aguiar e outros e exposição de pintura comissariada por Constância Néry (Obras de Cássio Mello e Olga Santos)
- 18 de maio - Biblioteca Almeida Garret, Porto - Comemoração do 10º aniversário do jornal "As Artes entre as Letras", dirigido por Nassalete Miranda, associada da AMM. Pela Associação estiveram presentes a Presidente da Direção Graça Guedes e Maria Manuela Aguiar. Ambas colaboraram com textos no jornal que assinala o aniversário.
27 maio Biblioteca José Marmelo e Silva, Espinho - Lançamento de livros de Adelaide Vilela, jornalista e escritora de Montreal e associada da AMM (em colaboração com a Universidade Senior de Espinho)
12 de junho - Lever, Gaia Diálogos na Bienal Colóquio sobre a temática "Mulheres e Cidadania". Intervenções de Ilda Figueiredo Aurora Viera, Graça Guedes e Nassalete Miranda, numa homenagem a Agustina Bessa-Luís. Encerrou o Comissário da Bienal, Agostinho Santos. Moderou Maria Manuela Aguiar
domingo, 14 de julho de 2019
GRAÇA GUEDES NO CLUBE FENIANOS
Comemoração do dia da Comunidade Luso Brasileira
PORTUGAL / BRASIL, a descoberta continua
Clube Fenianos Portuenses, 10 de Maio de 2019, 18 horas
CUMPRIMENTOS
Cumprimento a mesa e todos os presentes
Em nome pessoal e da Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade Mulher Migrante, quero agradecer ao Clube Fenianos Portuenses e na pessoa do seu Diretor as suas palavras de boas vindas e o acolhimento neste espaço emblemático da cidade do Porto, para mais uma comemoração do dia da Comunidade Luso Brasileira que a AMM organiza.
Agradecer a presença do Consulado Geral do Brasil no Porto na pessoa da Vice Cônsul Geral, Dra. Maria Lígia Verdi, aos conferencistas, Prof. Doutor Salvato Trigo, Mestre Berta Souza Guedes Santana, Dr. Cassiano Scapini, Dra. Manuela Aguiar e Dra. Constância Nery, comissária da exposição aqui patente e nossa associada, a quem agradeço muito especialmente todo o empenho na organização deste evento.
A todos o meu bem haja.
O dia 22 de Abril, o dia em que em 1500, Pedro Álvares Cabral avistou terra brasileira, foi oficialmente designado DIA DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA e tem inspirado comemorações anuais, realizadas sobretudo por associações portuguesas em Portugal e no Brasil, com iniciativas da sociedade civil e muitas vezes com o apoio da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, em datas nem sempre coincidentes com este dia, tal como hoje
Fazendo um pouco história destas comemorações, permitam-me recuar a 1985, quando em Belmonte, terra natal de Pedro Álvares Cabral, por iniciativa da então Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Dra. Manuela Aguiar, foram realizadas as primeiras comemorações e, simbolicamente, na terra natal do descobridor do Brasil.
No ano seguinte, as comemorações voltaram a acontecer, dessa vez em Ponte de Lima, às quais estive diretamente ligada na sua organização. Com um programa de luxo e com conferencista escolhidos a dedo pelo Prof. Salvato Trigo e que hoje volta a estar connosco: os Prof. Doutores José Augusto Seabra, na altura Embaixador de Portugal na UNECO, Maria de Lourdes Belchior, Norma Tasca, Eugénio dos Santos, Jorge Braga e, obviamente, Salvato Trigo. E do Brasil, os Prof. Doutores Soares Amora da Usp e Baeta Neves, da Fundação Getúlio Braga (Rio de Janeiro). Estiveram presentes o Bispo de Viana do Castelo, os Embaixadores de Portugal na Santa Sé e do Brasil, bem como os deputados da sub comissão da Emigração.
A Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade Mulher Migrante (AMM), a exemplo de anos anteriores, propõe dar continuidade a estas celebrações, sempre com colóquios e exposições de artes plásticas e, este ano no Porto: Portugal / Brasil, a descoberta continua.
E, sendo a cidade do Porto geminada com Recife (estado de Pernambuco), as conferências serão centradas nas ligações passadas e recentes entre estas duas cidades.
Respeitando rigorosamente o PROGRAMA, dou de imediato a palavra
à Dra. Maria Lígia Verdi, Vice Cônsul Geral do Brasil no Porto, após a qual falarão os restantes palestrantes:
. E, se outros mundos houvera, lá chegavam…: a Lusofonia e o futuro como presente do nosso passado - Prof. Doutor Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa
. O bloco Folia das Deusas : uma ONG enraizada na cultura carnavalesca do Recife - Prof. Doutora Maria da Graça Sousa Guedes, Professora Catedrática Aposentada da Universidade do Porto e Presidente da Direção da Associação Mulher Migrante
. O bloco Folia das Deusas e a Associação Mulher Migrante - Mestre Berta Guedes Santana, doutoranda em Psicologia na Universidade do Porto e Vice Presidente da Direção da Associação Mulher Migrante
. 30 anos em Portugal – Dr. Cassiano Scapini, médico dentista
. O Círculo Maria Archer – Dra. Maria Manuela Aguiar, sócia fundadora da AMM, jurista, ex-Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas
. Exposição A Arte Continua (6ª edição) - Dra. Constância Nery, comissária:
Artistas: Prof. Cassio Melo e Arqª. Olga Santos
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