sábado, 5 de setembro de 2015

MM da Venezuela sobre as candidatas ao CCP

Venezuela: 12 mulheres portuguesas são candidatas ao Conselho das Comunidades Portuguesas e 2 listas são encabeçadas por mulheres lusas
Pero círculo eleitoral “Ocidente” (área consular de Valencia)
2 mulheres portuguesas concorrem na lista única, “Somos Portugalidade”
2 candidatas efetivas e 2 mulheres suplentes
50% de paridade na lista
Fátima de Pontes (cabeça de lista)
Ana Maria de Abreu (2ª candidata suplente)
Lista encabeçada por uma mulher: Fátima de Pontes
Facebook da candidatura: www.facebook.com/PortugalidadCCP
Pero círculo eleitoral “Oriente” (área consular de Caracas)
3 mulheres portuguesas concorrem na lista A, “Portugueses Sempre Defendidos”
1 candidata efetiva e 2 mulheres suplentes
37% de paridade na lista
Olga Gomes (3ª candidata efetiva)
Ilda Nogueira (2ª candidata suplente)
Maria Neves Correia (4ª candidata suplente)
Lista encabeçada por Antonio de Freitas
Facebook da candidatura: Não tem
Pagina web oficial: Não tem
3 mulheres portuguesas concorrem na lista B, “Juntos somos a força da tua voz”
2 candidatas efetivas e 1 mulher suplente
37% de paridade na lista
Silvia Henriques (3ª candidata efetiva)
Ysabel Ferreira (4ª candidata efetiva)
Maribel Pereira (3ª candidata suplente)
Lista encabeçada por Fernando Campos
Facebook da candidatura: www.facebook.com/conselheiros.listab
Pagina web oficial: Não tem
4 mulheres portuguesas concorrem na lista C, “Somos Portugalidade”
2 candidatas efetivas e 2 mulheres suplentes
50% de paridade na lista
Milú de Almeida (cabeça de lista)
Ana Maria Teixeira (3ª candidata efetiva)
Mónica da Silva (2ª candidata suplente)
Guida Amaral (4ª candidata suplente)
Lista encabeçada por uma mulher: Milú de Almeida
Facebook da candidatura: www.facebook.com/PortugalidadCCP
A direção da associação nacional “Mulher Migrante” Luso-Venezuelana parabeniza todas as candidatas lusas ao Conselho das Comunidades Portuguesas por Venezuela deseja-lhes ganhar no próximo ato eleitoral para permitir uma maior participação das mulheres portuguesas nos plenários e instancias locais do CCP.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A ARTE NO FEMININO MONÇÃO 5 de setembro Arcelina Santiago

Breves Biografias para apresentação no colóquio 

 Arcelina  Santiago, ligada a Monção por laços familiares e a um projeto de vinho Alvarinho , é  membro da direção da Associação mulher migrante e colaboradora nas suas publicações anuais. 
Foi Professora no ensino básico e secundário e também no superior, Diretora  do Centro de Formação , é licenciada em germânicas, pela UP ,  Mestre em ciências sociais , politicas e jurídicas  pela Universidade de Aveiro, com investigação no âmbito das questões do género. Destaca-se como defensora de causas e fundadora de Associações e movimentos cívicos. Tem neste evento a missão de ser a comissária da exposição "expressões de cidadania no feminino".


Súmula da minha Intervenção 

Tema  : A Arte no Feminino 
 Arcelina Santiago

 Fazendo a ligação entre os temas abordados  neste  colóquio - história, diáspora, arte e literatura, homenageia  Ana Harthely que reúne todas estas dimensões.
Seguidamente, aborda-se a perspectiva da arte, fazendo a ponte para  a exposição patente na Casa Museu. Apresenta-se a arte como meio aglutinador  de culturas, de saberes e sentires e de reforço das relações humanas. Sobre a riqueza da  multiculturalidadade, a arte no feminino, bem como partilha de outros temas relacionado com as mulheres, é lançado  um desafio cultural, aproveitando a presença dos responsáveis políticos do projeto  "euro cidade" Monção  /Salvaterra do Mino". 
Descreve-se a trajetória das mulheres na sua árdua conquista pela liberdade. Depois, as conquistas de abril e as  novas oportunidades para as mulheres. Duas questões, são lançadas e já formuladas no Encontro Mundial de Mulheres na Diáspora de 2013: será que as mulheres terão de percorrer um caminho mais árduo do que os homens para a sua afirmação no domínio artístico?serão as artes um veículo com particular potencial para a afirmação da agenda da igualdade de género? 
Refere-se o papel das mulheres das artes , lutadoras através  do acto criativo, construindo imagens pictóricas e metafóricas que invadem o nosso imaginário e que nos fazem sonhar bem alto e que só a arte tem esse condão.
Esta  primeira mostra em Monção, de uma manifestação artística, pintura e escultura contemporânea no feminino,  pretende  promover o debate de ideias em torno da expressão de cidadania no feminino, que não se esgota na arte, mas que tem nela um ponto alto da expressão. 
Luísa Prior, Filomena Fonseca, Maria André , Teresa Heitor, Lena Álvares e Filomena Bilber são as artistas desta coletiva, membros da Associação, mulheres criativas que expressam a sua cidadania ativa ,defensora de causas e curiosamente, todas elas representadas na Bienal de Gaia, evento de grande referência cultural, a nível nacional e intencional. O mesmo acontece com Ricardo de Campos , artista monçanense, simbolicamente representando a ideia de  que a luta  pelos direitos humanos é feita por homens e mulheres.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

EXPRESSÕES FEMININAS DA CIDADANIA Profª Doutora Luísa Malato

CV. e Resumo.

Maria Luísa Malato é professora associada com agregação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Para além de outros trabalhos - centrados sobretudo na literatura e no teatro dos séculos XVIII e XIX -, recuperou e estudou, durante a tese de doutoramento (1990-1999), a obra literária de uma mulher do século XVIII-XIX, Catarina de Lencastre, 1.ª Viscondessa de Balsemão.

Muito conhecida e celebrada pelos escritores do seu tempo, Catarina de Lencastre foi autora de muitos variados géneros, líricos e dramáticos: perto de um milhar de poemas, algumas tragédias e comédias, chegou a declamar no São Carlos ao lado do jovem Almeida Garrett. Mas não figura hoje no cânone historiográfico português. Quais as razões por que a História se esquece facilmente da escrita feminina? Por ela não existir ou por ela não ter valor? Por ser feminina ou por o não ser? Existirá uma escrita feminina, um poder ginocêntrico? E que diálogo estabeleceu ou pode ela ainda hoje estabelecer com o poder androcêntrico? Questões que lançaremos com alguns exemplos histórico-literários

EXPRESSÕES DA CIDADANIA NO FEMININO - NA DIÁSPORA Maria Manuela Aguiar (síntese)

Portugal é um país de emigração, mas de emigração tradicional de homens sós, onde as mulheres foram ganhando espaço contra a vontade do Estado e da “inteligência” nacional, contra proibições e obstáculo de toda a ordem.
As migrações maciças no feminino foram um fenómeno fortemente combatido, que cresceu, sem cessar a partir de novecentos, nas correntes intercontinentais, e atingiu a quase paridade a partir de meados do século XX, com o êxodo imparável de famílias inteiras para a Europa.
A proibição ou severo condicionamento das migrações femininas constituiu assim uma primeira política de género, absolutamente discriminatória, e a sua razão de ser deve-se, antes de mais, a uma clara perceção do facto de alterarem ou reconverterem o projeto migratório, no sentido enraizamento, do não retorno, ou, pelo menos do alongamento das estadias, compensada, é certo, pela (à partida imprevista e inimaginável…)formação de numerosas comunidades orgânicas, coesas e resistentes à transição das gerações, que constituíam verdadeiros espaços extra territoriais de presença cultural portuguesa, através da preservação da língua, das tradições, de uma “maneira de estar no mundo” com os outros.
Assim, se criam, afinal, novas Diásporas, onde a Mulher tem um papel central, ainda que não suficientemente estudado e reconhecido. O associativismo é ainda formalmente liderado, sobretudo, por homens, que são o rosto das instituições, enquanto uma anacrónica invisibilidade domina a verdade e o significado da emigração e a Diáspora feminina. Neste encontro de Monção, vamos tentar desocultá-los e, seguidamennte,.no debate., proceder a uma análise comparativa da situação presente das mulheres nas Diásporas galega e portuguesa
Maria Manurla Aguiar
 

SORBONNE AEMM PARIS 10 de SETEMBRO


PROGRAMA

Diálogos sobre Cultura, Cidadania e Género

Universidade da Sorbonne Nouvelle

17 rue de la Sorbonne

75005 Paris

Sala Bourjac

10 de setembro de 2015

15h00 - SESSÃO DE ABERTURA

Professora Doutora Isabelle OLIVEIRA – Universidade da Sorbonne Nouvelle.

Sua Excelência o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. José

CESÁRIO.

S. Excia a Presidente da Câmara de Puteaux, Drª Joëlle CECCALDI-RAYNAUD (a

confirmar).

16h00 – “O papel dos mídias portugueses na emergência de uma diáspora lusófona”

Dr. José ARANTES – Director RTP África.

16h30 – “Homenagem à Drª Maria Barroso. A génese das políticas de género para a

emigração. Encontros para a Cidadania – 2005- 2009”

Drª Manuela AGUIAR – Presidente da Assembleia Geral da Associação Mulher

Migrante.

17h00 – Intervenção

Drª Rita GOMES – Presidente da Direção da Associação Mulher Migrante.

17h20 - Lançamento da PUBLICAÇÃO da AEMM

1974- 2014 – 40 Anos de Migrações em Liberdade

Drª Maria Manuela AGUIAR (Coordenadora da Publicação)

17h30 – Encerramento

CULTURA

21h – CONCERTO NO CONSERVATÓRIO JEAN-BAPTISTE LULLY – MAIRIE

DE PUTEAUX (5 bis rue Francis de Pressensé 92800 PUTEAUX).

Maestro Vitorino d’Almeida

Maestro Miguel Leite

sábado, 11 de julho de 2015

MARIA BARROSO NAS ROTAS DA EMIGRAÇÃO

Na visão de Maria Barroso, na sua luta pela dignidade de cada ser humano, não havia favoritos - eram todos seus irmãos, suas irmãs: portugueses, africanos ou timorenses, velhos, crianças, mulheres, homens... Não foi por acaso que deu à sua Fundação humanitária o felicíssimo título de PRO DIGNITATE.
Nesta causa maior cabem todas, sem exceção - a luta pela liberdade, pela democracia, por um mundo sem guerras e sem violência, sem fome e sem medo, a expressão das culturas, o diálogo sobre as heranças e o futuro...
Mas o mais admirável da sua história era o trabalho incessante, concreto, prático, em todas as áreas em que constantemente a solicitavam.
Fez de cada dia da sua vida, um dia de labor sem fim, a resolver problemas, a ajudar, com um sorriso....Com tempo para tudo e para todos...
Esta a sua maneira inigualável de estar com ou outros.
Em missão...sempre!
Por sorte, fomos nós, um recém criada associação para o estudo das questões específicas das mulheres migrantes, que a chamámos a este domínio, que, afinal, tanto lhe dizia  e onde acbou desempenhando um papel tão importante!



MARIA BARROSO LEMBRADA NA DIÁSPORA - VENEZUELA

‪#‎PortuActualidad | Falleció Maria de Jesus Simões Barroso Soares esta mañana del 7 de julio 2015 en Lisboa (Portugal)
■ Maria Barroso fue una política portuguesa y primera dama de Portugal desde 1986 a 1996, casada con el ex Presidente de la Republica Mario Soares.
Estuvo en la ciudad alemana de Bad Münstereifel al momento de la creación del Partido Socialista de portugal (1973). Fue electa diputada por la “Assembleia da República” (parlamento portugués), por los círculos de Santarém, Porto y Algarve (hasta 1982). Ya antes de la Revolución de los Claveles, había sido diputada por la "Oposição Democrática" (en 1969), y participaría en su IIIer Congreso, en Aveiro (1973), siendo la única mujer en intervenir en la Sesión de abertura. Estuvo prohibida de ejercer la docencia, tanto en la enseñanza pública como privada, durante el Estado Novo (dictadura salazarista).
Habiendo sido Primera dama de Portugal, entre 1986 a 1996, se afirmó en la defensa del sentido de familia, interviniendo en los países de lengua portuguesa. En 1990 creó el Movimiento Emergencia Mozambique, otorgando, al año siguiente, la escritura de la Asociación para el Estudio y Prevención de la Violencia. En 1995, presidió la abertura del ciclo de realizaciones del Año Internacional de Lucha contra el Racismo, la Xenofobia, el Antisemitismo y la Exclusión Social. En 1997, presidió la Cruz Roja Portuguesa, funciones en las que cesó en 2003. Es socia fundadora y presidenta del Consejo de Administración de la ONGD Pro Dignitate - Fundación de Derechos Humanos, desde 1994. Era gran amiga de Manuela Aguiar (ex Viceministra de las Comunidades Portuguesas) y del movimiento mundial “Mujer Migrante”.
Distinguida con el título de Doctora Honoris Causa por la Universidad de Aveiro (1996), Universidad de Lisboa (1999) y Lesley College (1994). Recibió también el Grado de la Cruz de la Orden de la Libertad el 7 de marzo de 1997.
■ CONDECORACIONES:
· Gran Cruz de la Orden de la Bandera de Hungría (25 de noviembre de 1982)
· Gran Oficial de la Orden del Fénix de Grecia (17 de mayo de 1983)
· Gran Cruz de la Orden Real de la Estrella Polar de Suecia (28 de enero de 1987)
· 1.ª Clase de la Orden Francisco de Miranda de la Venezuela (18 de noviembre de 1987)
· Banda de Dama de la Orden de Carlos III de España (30 de marzo de 1988)
· Gran Cruz de la Orden de Rio Branco del Brasil (25 de julio de 1989)
· Gran Collar de la Orden Nacional de Zaire (4 de diciembre de 1989)
· Gran Cruz de la Orden Nacional al Mérito de Francia (7 de mayo de 1990)
· Gran Cruz de la Ordem Nacional do Mérito de Colombia (8 de enero de 1991)
· Gran Cruz de 1.ª Clase de la Bundesverdienstkreuz Orden al Mérito de Alemania (9 de enero de 1991)
· Gran Cruz de la Orden al Mérito Civil y Militar de Adolfo de Nassau de Luxemburgo (9 de enero de 1991)
· Gran Cruz de la Orden de la Rosa Blanca de Finlandia (8 de marzo de 1991)
· Gran Cruz de la Orden Real de Dannebrog de Dinamarca (3 de agosto de 1992)
· Medalla de Oro de la Orden de la Rosa de Bulgaria (26 de octubre de 1994)
· Gran Cruz de la Orden de Ouissam Alaoui de Marruecos (20 de febrero de 1995)
· Gran Cruz de la Orden de la Libertad de Portugal (7 de marzo de 1997)
· Gran Cruz Honoraria de la Orden de Santa Isabel de la Casa de Braganza