Na visão de Maria Barroso, na sua luta pela dignidade de cada ser humano, não havia favoritos - eram todos seus irmãos, suas irmãs: portugueses, africanos ou timorenses, velhos, crianças, mulheres, homens... Não foi por acaso que deu à sua Fundação humanitária o felicíssimo título de PRO DIGNITATE.
Nesta causa maior cabem todas, sem exceção - a luta pela liberdade, pela democracia, por um mundo sem guerras e sem violência, sem fome e sem medo, a expressão das culturas, o diálogo sobre as heranças e o futuro...
Mas o mais admirável da sua história era o trabalho incessante, concreto, prático, em todas as áreas em que constantemente a solicitavam.
Fez de cada dia da sua vida, um dia de labor sem fim, a resolver problemas, a ajudar, com um sorriso....Com tempo para tudo e para todos...
Esta a sua maneira inigualável de estar com ou outros.
Em missão...sempre!
Por sorte, fomos nós, um recém criada associação para o estudo das questões específicas das mulheres migrantes, que a chamámos a este domínio, que, afinal, tanto lhe dizia e onde acbou desempenhando um papel tão importante!
sábado, 11 de julho de 2015
MARIA BARROSO LEMBRADA NA DIÁSPORA - VENEZUELA
#PortuActualidad | Falleció Maria de Jesus Simões Barroso Soares esta mañana del 7 de julio 2015 en Lisboa (Portugal)
■ Maria Barroso fue una política portuguesa y primera dama de Portugal desde 1986 a 1996, casada con el ex Presidente de la Republica Mario Soares.
Estuvo en la ciudad alemana de Bad Münstereifel al momento de la creación del Partido Socialista de portugal (1973). Fue electa diputada por la “Assembleia da República” (parlamento portugués), por los círculos de Santarém, Porto y Algarve (hasta 1982). Ya antes de la Revolución de los Claveles, había sido diputada por la "Oposição Democrática" (en 1969), y participaría en su IIIer Congreso, en Aveiro (1973), siendo la única mujer en intervenir en la Sesión de abertura. Estuvo prohibida de ejercer la docencia, tanto en la enseñanza pública como privada, durante el Estado Novo (dictadura salazarista).
Habiendo sido Primera dama de Portugal, entre 1986 a 1996, se afirmó en la defensa del sentido de familia, interviniendo en los países de lengua portuguesa. En 1990 creó el Movimiento Emergencia Mozambique, otorgando, al año siguiente, la escritura de la Asociación para el Estudio y Prevención de la Violencia. En 1995, presidió la abertura del ciclo de realizaciones del Año Internacional de Lucha contra el Racismo, la Xenofobia, el Antisemitismo y la Exclusión Social. En 1997, presidió la Cruz Roja Portuguesa, funciones en las que cesó en 2003. Es socia fundadora y presidenta del Consejo de Administración de la ONGD Pro Dignitate - Fundación de Derechos Humanos, desde 1994. Era gran amiga de Manuela Aguiar (ex Viceministra de las Comunidades Portuguesas) y del movimiento mundial “Mujer Migrante”.
Distinguida con el título de Doctora Honoris Causa por la Universidad de Aveiro (1996), Universidad de Lisboa (1999) y Lesley College (1994). Recibió también el Grado de la Cruz de la Orden de la Libertad el 7 de marzo de 1997.
■ CONDECORACIONES:
· Gran Cruz de la Orden de la Bandera de Hungría (25 de noviembre de 1982)
· Gran Oficial de la Orden del Fénix de Grecia (17 de mayo de 1983)
· Gran Cruz de la Orden Real de la Estrella Polar de Suecia (28 de enero de 1987)
· 1.ª Clase de la Orden Francisco de Miranda de la Venezuela (18 de noviembre de 1987)
· Banda de Dama de la Orden de Carlos III de España (30 de marzo de 1988)
· Gran Cruz de la Orden de Rio Branco del Brasil (25 de julio de 1989)
· Gran Collar de la Orden Nacional de Zaire (4 de diciembre de 1989)
· Gran Cruz de la Orden Nacional al Mérito de Francia (7 de mayo de 1990)
· Gran Cruz de la Ordem Nacional do Mérito de Colombia (8 de enero de 1991)
· Gran Cruz de 1.ª Clase de la Bundesverdienstkreuz Orden al Mérito de Alemania (9 de enero de 1991)
· Gran Cruz de la Orden al Mérito Civil y Militar de Adolfo de Nassau de Luxemburgo (9 de enero de 1991)
· Gran Cruz de la Orden de la Rosa Blanca de Finlandia (8 de marzo de 1991)
· Gran Cruz de la Orden Real de Dannebrog de Dinamarca (3 de agosto de 1992)
· Medalla de Oro de la Orden de la Rosa de Bulgaria (26 de octubre de 1994)
· Gran Cruz de la Orden de Ouissam Alaoui de Marruecos (20 de febrero de 1995)
· Gran Cruz de la Orden de la Libertad de Portugal (7 de marzo de 1997)
· Gran Cruz Honoraria de la Orden de Santa Isabel de la Casa de Braganza
terça-feira, 19 de maio de 2015
Arcelina Santiago sobre 40 anos de migrações em liberdade
Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade - MulherMigrante apresentou mais uma publicação " 40 anos de migrações em Liberdade "
Foi uma tarde marcada por uma forte presente, especialmente por jovens das escolas secundárias : Dr Manuel Gomes de Almeida e Dr Manuel laranjeiras
A Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade - Mulher Migrante marcou de novo encontro na Biblioteca José Marmelo e Silva, para apresentação da sua última edição, dedicada ao tema" 40 anos de Migrações em Liberdade".
Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação agradeceu a presença da senhora vereadora da cultura, Leonor Lêdo Fonseca , uma grande aliada da Associação, na defesa dos direitos e liberdade das mulheres. Agradeceu também a presenca de tantos participantes nesta sessão, em particular, aos inúmeros jovens das duas Escolas Secundárias de Espinho e que estão retratados nesta edição por textos por desenhos extraordinários que fazem parte da contracapa do livro.
Graça Guedes congratulou-se por mais uma edição, a juntar a outras tantas, reunindo um conjunto significativo de actividades desenvolvida pela Associação ao longo do ano de 2014, ano marcado para celebrar as migrações em liberdade com o 25 de abril.
Arcelina Santiago, referiu a honra em ter participado na equipa de coordenação desta edição, constituída por duas fantásticas mulheres, conhecedoras como ninguém do fenómeno português da diáspora. Lembrou o papel da Dra Manuela Aguiar, cidadã defensora de causas e com uma intervenção política de grande relevo enquanto Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas. Como acentuou, falar de emigração sem se referir o seu nome é impensável.
Destacaram-se alguns dos textos do livro em análise, nomeadamente o que refere a figura incontornável de Leonor Lêdo Fonseca , vereadora da cultura de Espinho
enquanto cidadã, mulher da cultura, política e defensora de causas . Também as narrativas de vida de mulheres da diáspora, algumas de sucesso, outras, vivências trágicas a lembrar episódios presentes que jamais se pensaria ver repetidos - os desastres da emigração no mediterrâneo e a situação dramática vivida pelos refugiados da guerra e da fome.
O Projeto Berkeley/San José - Espinho foi posto em relevo , tendo Arcelina Santiago agradecido a colaboração dos diretores das Escolas envolvidas e dos professores, João Paulo e Carminda Costa, orientadores deste projeto em articulação com a Professora Deolinda .Acima de tudo, referiu o excelente trabalho dos alunos.
Depois, , seguiram-se os testemunhos vivos e intensos da experiência vivida pelos jovens. Referiram a experiência positiva , jamais esquecida, proporcionada pela Associação com este projeto que juntou jovens de dois países. Foi com muito alegria e dedicação que preparam os trabalhos e se dedicaram a apresentá-lo com tanto entusiasmo, referiu a professora Carminda Costa.
"Ainda hoje, mantemos laços com os jovens americanos que nos visitaram " , " Jamais esquececeremos essa experiência tão positiva e gostariam que houvesse um continuo" , " foram momentos únicos que uniu alunos das duas escolas na preparação dos trabalhos" , " procuramos dar a conhecer Fernando Pessoa e a escolha do poema de Jorge Palma esteve presente o nosso sentido patriótico" foram alguns dos testemunhos dos jovens.
Seguiu-se um debate vivo e muito participado pelos jovens, sobre , por um lado, as oportunidades da partida face ao país sem perspectivas, mas por outro, as preocupações das expectativas defraudadas.
Leonor Fonseca respondeu a algumas questões colocadas pelos jovens , sobre a nova diáspora sentindo o quão frustrante era ver os jovens partir e elogiando a coragem daqueeles que partem com um potencial enorme, fruto de haver em Portugal um ensino de muita qualidade.
Manuela Aguiar referiu a preocupação da diáspora dos que partem sem grande formação, armas para se defenderem num mundo novo e as expectativa frustadas quando na emigração do passado era diferente.
Por fim, Leonor Fonseca sintetizou esta sessão tão participativa com estas palavras: a Associação cumpriu o seu papel, está de parabéns!
terça-feira, 12 de maio de 2015
Colóquio
Migrações e Género.
Novas Perspetivas de Intervenção
Universidade Aberta -
Palácio Ceia
Rua da Escola
Politécnica nº 147 - Lisboa
21 de Maio de 2015
15h00 – Abertura dos Trabalhos
Profª Drª
Rosa Sequeira – Coordenadora do Centro de Estudos das Migrações e das Relações
Interculturais (CEMRI), Universidade Aberta
Profª Drª Ana
Paula Beja Horta, CEMRI, Universidade Aberta
Drª Maria
Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudo,
Cooperação e Solidariedade – Mulher Migrante (AEMM)
Drª Rita
Gomes, Presidente da Direção da Associação de Estudo, Cooperação e
Solidariedade – Mulher Migrante (AEMM)
15H35 – Homenagem Póstuma ao Dr. Carlos Pereira
Correia
16h30 – Lançamento da Publicação da AEMM: 1974
– 2014 - 40 Anos de
Migrações em Liberdade
Drª Maria
Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral da AEMM
17h00 – 17h30
- Temas em Análise e Debate
Tema I. Revisão da Lei do Conselho
das Comunidades Portuguesas e perspetivas de participação das mulheres
Dr. Victor Gil. Ex-diretor do
Gabinete de Ligação ao Conselho das Comunidades Portuguesas
Moderadora: Profª Doutora Maria Beatriz Rocha Trindade, CEMRI,
Universidade Aberta
17h30-17h45 - Debate
17h45 – 18h30
Tema II. Desenvolvimento e Género
Profª Drª Sónia Frias, ISCSP, Universidade de Lisboa,
Investigadora do CEsA, ISEG, Universidade de Lisboa e Investigadora do CEMRI, Universidade
Aberta.
Profª Drª Joana Miranda, Universidade Aberta, Investigadora
Responsável pelo Grupo de Investigação – Estudos sobre as Mulheres, CEMRI,
Universidade Aberta
Moderadora: Profª Drª Natividade Monteiro, Investigadora do CEMRI,
Universidade Aberta.
18h30 – 19h00 - Debate final
Encerramento
C O N V I T E
A Universidade Aberta de Lisboa e a
«Mulher Migrante – Associação de
Estudo, Cooperação e Solidariedade, vem convidar para o Colóquio “Migrações
e Género. Novas Perspetivas de Intervenção”,
cujo Programa se anexa, muito agradecendo a valiosa participação e resposta
com a celeridade possível, até ao próximo dia
18/05/2015.
Saudações Cordiais
A
ORGANIZAÇÃO
Responder
para: rag@sapo.pt
Tel 21 8484676
Tm 919830790
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Notícias da AMM da Argentina - o projeto ASAS 2015
Olá, cara amiga Manuela
Como está? Tudo bem?
Quero contar-lhe que continuamos com o projecto ASAS em Villa Elisa, todas as quartas-feiras e em Buenos Aires às sextas, no Centro Pátria Portuguesa.
Em Villa Elisa recomeçamos com 35 participantes, na capital comecámos com dez. É muito longe. uma viagem grande, como sabe, mas faço-o com todo o gosto e estou muito contente com os grupos que se estão formando, com a convivência, o companheirismo, que é formidável. O carinho recebido faz bem à alma e ao espírito!
Obrigada. amiga, por todo o apoio recebido.
Um grande beijo para a Rita, Graça e todas as amigas da Associação "Mulher Migrante" de Portugal.
Um forte abraço da sua amiga
Maria Violante
O que dizer a Maria Violante Martins, a Presidente da Associação Mulher Migrante Portuguesa da Argentina? Antes de mais, felicitá-la pelo que está realizando já, neste início de mandato (ou reinício, porque não é o primeiro...).
E logo depois, perguntar-lhe o segredo do sucesso de todas as suas iniciatívas.
Sabemos bem como é difícil lançar uma ideia completamente nova e encontrar nas interlocutoras - ou interlocutores - o entusiasmo para as levar por diante, a criação de um espírito de equipa, a consecução plena dos obetivos , que no caso das Academias Séniores de Artes e Saberes são a aprendizagem continuada, a expressão de talentos que cada um reencontra, em qualquer idade e a alegria do convívio!
Eu diria que é preciso solidariedade, simpatia, visão e liderança, qualidade animadas pelo amor a grandes causas cívicas. Aqui está o perfil de Maria Violante e das suas companheiras de trabalho, das grandes mulheres portuguesas da Argentina, que se uniram em associação para dar "asas" à sua comunidade, para ampliar horizontes!
Em 2013, a Graça Sousa Guedes e eu pudemos testemunhar o admirável ambiente humano criado no 1º ano da Academia em Villa Elisa, quando participámos na festa de encerramento das actividades "académicas". Inequecível!
Um projeto que agora se estende a Buenos Aires e, no futuro, talvez a outras regiões do País. O primeiro passo é sempre o mais difícil. Se as Universidades Séniores são um fenómeno de popularidade, porque não leva-las à emigração e à Diáspora (com esse ou outro nome)?
terça-feira, 5 de maio de 2015
Gurarani o lançamemto da revista
22 de Abril, Café Guarani, 17.30-19.00
Num dos mais emblemáticos e antigos cafés da Baixa portuense, no ambiente informal de tertúlia, o primeiro lançamento da nova publicação da AEMM - publicação que constitui o relato possível do acontecido numa série de debates, em Portugal e em comunidades portuguesas do estrangeiro, sobre o significado da democratização da vida política no País, a partir da revolução de 1974, sobre a sua projeção nas políticas de emigração, no relacionamento com os cidadãos e as instituições da "Diáspora"..
Moderou, como sempre muito bem, Nassalete Miranda, começando rigorosamente às 17.30 e terminando, como previsto, um pouco depois das 19.00. Foram cerca de 100 minutos de conversa animada, que passaram depressa demais. Mas todos terão ocasião de falar do que ainda ficou por dizer na próxima apresentação, em Espinho, na Biblioteca José Marmelo e Silva, no dia 13 de maio às 16.00.
No Porto, estiveram as coordenadoras da publicação - Graça Guedes e Manuela Aguiar, tendo Arcelina Santiago enviado mensagem do Alto Minho, onde trabalho profissional a retinha,
Dos co-autores dos textos publicados, para além das dirigentes da AEMM, há a destacar a presença e intervenção do dr Amândio de Azevedo.
Entre as animadoras da reunião, uma maioria de "mulheres d'artes", que têm colaborado, de uma forma contínua e admirável, com a Associação. E entre as entidades parceiras da AEMM, a presidente do Observatório dos Luso- descendentes, Drª Emmanuelle Afonso.
À despedida, um agradecimento especial para o Senhor Barrios, o nosso anfitrião - o antigo emigrante no Brasil, que veio para o Porto, restituir à cidade os seus mais belos cafés - o Majestic, o Guarany, onde renasceu o ambiente, o espírito do "café-tertúlia".
Num dos mais emblemáticos e antigos cafés da Baixa portuense, no ambiente informal de tertúlia, o primeiro lançamento da nova publicação da AEMM - publicação que constitui o relato possível do acontecido numa série de debates, em Portugal e em comunidades portuguesas do estrangeiro, sobre o significado da democratização da vida política no País, a partir da revolução de 1974, sobre a sua projeção nas políticas de emigração, no relacionamento com os cidadãos e as instituições da "Diáspora"..
Nesses debates, em auditórios de Universidades - Berkeley, Universidade Aberta de Lisboa, Sorbonne, Toronto - de escolas do ensino secundário - em Espinho, em Elizabeth, New Jersey - do MNE, dos Municípios de Gaia e de Espinho, houve muitas oportunidades de ouvir mulheres e homens sobre o quadro geral do fenómeno migratório, assim como sobre a evolução do papel das mulheres nos movimentos de expatriação e de retorno e no movimento associativo: partindo da história e da memória de sucessivas gerações até aos dias de hoje, com a avaliação da dimensão atual do fenómeno, da sua componente feminina, das novas formas de associativismo e de vivência das relações com as sociedades de origem e de destino.
No Guarany, muitas participantes, e alguns participantes também, dialogaram sobre o renascimento da democracia em Portugal e a sua projeção no domínio das migrações de saída e regresso.Moderou, como sempre muito bem, Nassalete Miranda, começando rigorosamente às 17.30 e terminando, como previsto, um pouco depois das 19.00. Foram cerca de 100 minutos de conversa animada, que passaram depressa demais. Mas todos terão ocasião de falar do que ainda ficou por dizer na próxima apresentação, em Espinho, na Biblioteca José Marmelo e Silva, no dia 13 de maio às 16.00.
No Porto, estiveram as coordenadoras da publicação - Graça Guedes e Manuela Aguiar, tendo Arcelina Santiago enviado mensagem do Alto Minho, onde trabalho profissional a retinha,
Dos co-autores dos textos publicados, para além das dirigentes da AEMM, há a destacar a presença e intervenção do dr Amândio de Azevedo.
Entre as animadoras da reunião, uma maioria de "mulheres d'artes", que têm colaborado, de uma forma contínua e admirável, com a Associação. E entre as entidades parceiras da AEMM, a presidente do Observatório dos Luso- descendentes, Drª Emmanuelle Afonso.
À despedida, um agradecimento especial para o Senhor Barrios, o nosso anfitrião - o antigo emigrante no Brasil, que veio para o Porto, restituir à cidade os seus mais belos cafés - o Majestic, o Guarany, onde renasceu o ambiente, o espírito do "café-tertúlia".
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