segunda-feira, 18 de novembro de 2019

GUILHERME SANTANA

GUILHERME VENANCIO SANTANA
Nasci em 1963, no Rio de Janeiro, onde vivi até aos 7 anos, altura em que mudamos
para Brasília (pais e irmãos) e onde vivi até ao meu casamento em 2011. A partir desta
data passei a viver no Recife.
Fiz o ensino primário no Rio de Janeiro, e em Brasília todos os restantes momentos
formativos e profissionais.
Sou Bacharel em Administração (1990) pela União Pioneira de Integração Social –
Brasília, e em Direito (2010), pelo Centro Universitário Euroamericano (UNIEURO) –
Brasília/DF.
Complementando a minha formação universitária (Formação Complementar), possuo o
MBA em Gestão de Pessoas Baseada em Competências (2004), realizado na Associação
de Ensino Unificado do Distrito Federal (UNIDF), e a Licenciatura em Administração
na Universidade de Brasília (Brasília). Também em Gestão em Projeto Social (1997),
realizado pela Casa Civil/Presidência da República do Brasil, na ENAP.
Desde os primeiros dias de Novembro (2018) estou a viver em Espinho com a minha
esposa (Berta Fernanda de Souza Guedes Santana), para a realização dos nossos estudos
de doutoramento. Eu, em E Planeamento, no Departamento de Ciências Sociais,
Políticas e de Território, na Universidade de Aveiro. Ela em Psicologia, na Faculdade de
Psicologia e Ciências de Educação, na Universidade do Porto.

A minha atividade profissional teve início em 1982, no Ministério da Defesa, Secretaria
da Aeronáutica, Praça Militar em Brasília, até 1994.
Desde 1994 e até à presente data (agora autorizado a realizar em Portugal os estudos de
doutoramento na Universidade de Aveiro), sou servidor público, concursado, do
Instituto do Seguro Social (INSS), com o cargo de Administrador, destacando diferentes
desempenhos: Administração Central do INSS, Assessoria de Planejamento Estratégico
em Brasília (1994/2000); Diretoria de Orçamento, Finanças e Logística (DIROFL) da
Administração Central do INSS. Chefe da Seção de Logística (Brasília – 2000/2011).
Desde 2011, com a minha mudança para o Recife (casamento),  integro a
Superintendência Nordeste do INSS, na Divisão de Orçamento, Finanças e Logística
(DIVOFL) do INSS (Chefe de Divisão).

Para além da minha atividade profissional no INSS, tenho desenvolvido ações sociais
diversificadas:
Desde 1979 - Comunidade Eclesial de Base do Negro - Confederação Nacional de
Bispos do Brasil (CNBB).
Desde 1993 - Comité de Entidades no Combate a Fome e pela Vida – COEP (Projeto
Betinho. Parceria com Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, Estatais e Empresas
Privadas). Voluntário Social Federal - Brasília.
Desde 1990 - Voluntário /Empreendedor Social – Projeto Cooperativo de Produção
Rural - ASPROFIC - Brasília.
Desde 1990 - Voluntário Social – Igreja Católica e Entidades Religiosas.
Desde 1990 - Voluntário /Empreendedor Social – Projeto Cooperativo de Habitação
Popular – ASSING e ASPROL – Brasília.
Desde 1993 – Comité de Entidades no Combate a Fome e pela Vida – COEP (Projeto
Betinho. Parceria com Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, Estatais e Empresas
Privadas). Voluntário Social Federal - Brasília.
Desde 2000 - Multiplicador em Projeto Social  – Projeto: Capacitar o Terceiro Setor –
Brasília.
Desde 2014, tenho colaborado com o Gabinete Português de Leitura do Recife,
coordenando a realização de eventos, exposições, exibição de filmes e captação de
recursos para projetos.

1.  Algumas considerações sobre o seu modo de ver e de trabalhar para os
objetivos fundamentais da AMM, fazendo referência à colaboração já dada
a iniciativas da AMM e/ou a  novas propostas.

Conheci a Associação Mulher Migrante e a sua dinâmica através das suas publicações
oferecidas pela minha tia (Graça Sousa Guedes) e pela minha mulher, que já havia
estado em Buenos Aires no Encontro para a Cidadania, organizado pelo núcleo da
Argentina.
Anos mais tarde, ajudei a minha esposa a organizar no Recife o Encontro EXPRESSÕES
FEMININAS DE CIDADANIA – A MULHER PORTUGUESA NO RECIFE, que teve
lugar em Novembro de 2013 no Salão Nobre do Gabinete Português de Leitura. Este
Encontro deveu-se ao desafio feito pela minha tia e pela Drª Manuela Aguiar,
integrando-se numa série de iniciativas sobre a mesma temática que comemoraram ao

longo de 2013, o 20º aniversário da Associação de Estudos Cooperação e Solidariedade
"Mulher Migrante". No Recife, este Encontro ganharia no Recife um especial
significado por se associar às comemorações do Ano de Portugal no Brasil.
Dirigido à comunidade portuguesa e luso-brasileira, a autoridades brasileiras, a
universitários e especialistas de questões de género, este Encontro pretendeu dar
visibilidade à contribuição da Mulher Portuguesa na disseminação da Ciência,
Literatura, Arte, Cultura, Saúde, Educação, Justiça, Segurança Social, Desporto,
Economia e Empreendedorismo na cidade do Recife e, por extensão, em outras
comunidades do País, refletindo a sua projeção social e profissional neste espaço da
diáspora portuguesa.
No Brasil, eventos desta natureza ganham especial contorno, não apenas pelos laços
históricos que unem os dois Povos, mas também pelo relevante desenvolvimento
económico do Brasil no cenário internacional, e pelo papel de crescente importância da
mulher portuguesa e brasileira neste espaço da nossa lusofonia, com a identificação dos
diversos caminhos que têm e vêm traçando.
Não pretendendo personalizar esta organização, atribuí-a à Associação Folia das
Deusas, que havia fundado  com a minha esposa e da qual sou membro da direção. Uma
associação, sem fins lucrativos, que tem como objetivo promover ações de apoio às
mulheres a lutas pela igualdade de género, de oportunidades e de justiça social.
Em 2016 estive presente nas Comemorações do dia da Comunidade Luso-Brasileira
(organização da Associação Mulher Migrante) na Biblioteca Municipal Dr. Marmelo e
Silva em Espinho, com um relato do Encontro EXPRESSÕES FEMININAS DE
CIDADANIA - A MULHER PORTUGUESA NO RECIFE.
Sou sócio da Associação Mulher Migrante desde Novembro deste ano.

2. Como vê as possíveis aplicações concretas das suas linhas de investigação
e/ou planos de ação no domínio das migrações e da Diáspora, com
enfoque especial no feminino.

Agora, a viver em Portugal para desenvolver os meus estudos de doutoramento em E
Planeamento, Ciências Sociais, Políticas e de Território, na Universidade de Aveiro,
estou em condições logísticas e científicas para apoiar a Associação Mulher Migrante
que irei necessariamente desenvolver, para que se possam enquadrar nos objetivos desta
associação.

O contexto académico em que passo a estar inserido facilitará a realização de outras
investigações que sejam do interesse da Associação Mulher Migrante.

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