28.
EMMANUELLE AFONSO
Falta a narrativa
1-
Algumas considerações sobre o seu modo de ver e
de trabalhar para os objectivos fundamentais da AMM, fazendo referência à
colaboração já dada a iniciativas da AMM e/ou a novas
propostas.
Quando o O.L.D.
(Observatório dos LusoDescendentes) nasceu, na simbólica data para tod(o/a)s de
10/6/10, a AMM era já uma associação adulta, respeitada, inovadora, mas,
sobretudo, uma fonte de inspiração, com a doçura e aquele sentido de
acolhimento tão próprio das mulheres. Faz-nos sentir, desde então, a irmã mais
nova desta grande família das Migrações, onde a saudade, a admiração, o
respeito por quem faz, e a entre-ajuda, são os valores fundamentais.
Entre-ajuda que temos sempre dado, com a melhor das boas vontades, através de
convites e participações em eventos de ambas as organizações e em representação
da AMM. Entre-ajuda que queremos continuar a dar, agora com mais maturidade e
conhecimento(s), com mais proximidade e parcerias, em primeiro lugar na missão
tentacular de organização do precioso arquivo da AMM. Em segundo lugar, na
maior presença da AMM em Lisboa, na sede e em eventos/seminários onde a associação
queira estar representada e, por fim, em “produções conjuntas”, onde possamos
apresentar pedidos de apoio juntas, nomeadamente em subsídios europeus e fora
da Europa, uma fonte de financiamento à qual nos vamos agarrar cada vez mais,
já que o nosso raio de acção comum é planetário (no nosso caso União de
lusodescendentes), de Lisboa para o resto do Mundo, e vice versa!
2. A AMM propõe-se, desde as origens, ser uma plataforma de encontro de
dois mundos - o do estudo e o da ação no terreno das comunidades, da
solidariedade e da cooperação com o movimento associativo, em diálogo e debate
contínuo.
Como
vê as possíveis aplicações concretas das suas linhas de investigação e/ou
planos de ação no domínio das migrações e da Diáspora, com
enfoque especial no feminino.
Uma plataforma onde
reconhecemos também a missão do O.L.D: “conhecer para unir, dentro e fora de
Portugal, através da lingua e cultura portuguesas”. Solidariedade e cooperação,
aconteceu desde a nossa génese, em 2010. Podemos é arranjar um terreno comum de
trabalho, orientando algumas das nossas acções para as lusodescendentes
Mulheres, que são fáceis de identificar em muitas áreas da sociedade,
nomeadamente dirigentes associativas ou associadas muita ativas (para não dizer
ativistas!), políticas, empresárias, artistas, em muitos países da nossa
diáspora e sempre com muita vontade e apetência para o diálogo e o debate, quer
no seu país de residência, quer na sua relação com Portugal.
Já delineamos alguns
projetos e ideias com algumas cidades, Secretarias de Estado, nomeadamente a da
Igualdade e Cidadania, grupos parlamentares e PR, sobre os quais poderíamos
conversar e apresentar-nos como parceiro(a)s.
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