segunda-feira, 18 de novembro de 2019

ANA COSTA LOPES

ANA COSTA LOPES

Sou natural de Lamego, Distrito de Viseu.
Fiz a minha licenciatura em Lisboa e o Mestrado em Macau, onde leccionei alguns
anos, tendo ainda exercido a atividade docente na Universidade Católica, na
Universidade de Lisboa e, ocasionalmente, em outras.
Tenho um Mestrado em Estudos Luso-Asiáticos e um Doutoramento em Língua e
Cultura Portuguesa Para o 1.º, trabalhei as Confluências e divergências culturais na
tradição contística portuguesa e chinesa e nas imagens referentes à família em duas das
respectivas colectâneas de contos populares. Esta Tese foi publicada pelas
Universidades Católica e de Macau. Para o 2.º, dediquei-me às “Imagens da mulher nos
periódicos portugueses de 1820 a 1890. Percursos da modernidade”, e a Quimera
encarregou-se da publicação da Tese, em 2005.
Tenho abraçado vários projetos nas áreas referidas, entre outras.
A convite da Dra Manuela Aguiar e da Dra Rita Gomes comecei, há uns anos, a
colaborar em alguns congressos e colóquios que muito me interessaram. Impressionou-
me, desde os primeiros momentos, o trabalho notável da Dra Manuela Aguiar e da Dra
Rita Gomes e tive oportunidade de constatar, por exemplo, em Paris, o êxito e o
resultado do papel tido como Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas
(Ministério dos Negócios Estrangeiros) na Europa e fora  dela.

Outras publicações.
 «Mulheres Migrantes, «L´histoire singulière d’Angelina de Sousa Mendes en
France», 40 anos de Migrações em Liberdade, Espinho, Ed. Maria Manuela
Aguiar, Graça Guedes, Arcelina Santiago, ed. Mulher Migrante, Associação de
Estudo, Cooperação e Solidariedade, 2015, p. 60-64.
 «Acerca dos homens: discursos femininos na imprensa periódica feminina
portuguesa de Oitocentos», Discurso de Abertura do II Encontro Luso-Afro-
Brasileiro, «As mulheres e a imprensa periódica», Faculdade de Letras de
Lisboa, CLEPUL, Julho, 2013., in Isabel Lousada e Vânia Pinheiro Chaves, ed.,
As Mulheres e a Imprensa Periódica, vol. 2, Lisboa, CLEPUL 2014, p. 25-41.
ISBN: 978-989-8577-21-4)

 Do exercício da transgressão à conquista da igualdade», in Expressões
Femininas da Cidadania, III Encontro Mundial Mulheres na Diáspora, 24/25
Outubro 2013, Lisboa, ed. Manuela Aguiar, Graça Guedes, Arcelina Santiago,
Espinho, Mulher Migrante, Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade,
2014, p. 98-102.
 «A persistência das ideias republicanas sobre a educação feminina no «Coração
e Cérebro, (1935)», Povos e Culturas, 16, 2012, p. 389-407.
 «Imagens do poder feminino em quatro variantes de um conto popular»,
in Diafanias do mundo. Homenagem a Mário F. Lages, Lisboa, Universidade
Católica Editora, 2012, p. 85-98.
 «Receitas misóginas de Setecentos n’O Jornal Enciclopédico de 1806»,
in Partíamos como se não fossemos, Homenagem a Horácio Peixoto
Araújo», Lisboa, Bond, 2010, p. 93-106.
 «Ousar lutar, ousar vencer. A imprensa periódica oitocentista como motor da
promoção intelectual feminina», Comunicação e Cultura, Intelectuais e
Media,Primavera-Verão, 7, FCH, Universidade Católica Portuguesa, 2009, p.
39-46.
 «A luta das mulheres Oitocentistas por uma política da igualdade», in Cultura e
Conflito, Culturas da Cidadania, Conflitos Epistemológicos, Lisboa,
Universidade Católica ed., 2007, p. 27-42.
 «Representaciones femeninas en los periódicos portugueses femeninos de 1820
a 1890», in Contexto, Revista de Comunicación de la Universidad de La
Laguna, nº. 1, 2007, p. 65-72. (Facultad de Ciencias de la Información,
Universidad de La Laguna)
 «Formes de luttes contre la discrimination dans l’enseiggnment féminin pendant
le XIX siècle», in Actas do III Colóquio da A.P.H.E.L.L.E., Para uma História
do Ensino das Línguas e Literaturas: Estudos do género, Faro, Universidade do
Algarve, Junho de 2005, p.101-118

O modo de ver e de trabalhar.

Por ora, interessa-me mais a parte de investigação.

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