ANA COSTA LOPES
Sou natural de Lamego, Distrito de Viseu.
Fiz a minha licenciatura em Lisboa e o Mestrado em Macau, onde leccionei alguns
anos, tendo ainda exercido a atividade docente na Universidade Católica, na
Universidade de Lisboa e, ocasionalmente, em outras.
Tenho um Mestrado em Estudos Luso-Asiáticos e um Doutoramento em Língua e
Cultura Portuguesa Para o 1.º, trabalhei as Confluências e divergências culturais na
tradição contística portuguesa e chinesa e nas imagens referentes à família em duas das
respectivas colectâneas de contos populares. Esta Tese foi publicada pelas
Universidades Católica e de Macau. Para o 2.º, dediquei-me às “Imagens da mulher nos
periódicos portugueses de 1820 a 1890. Percursos da modernidade”, e a Quimera
encarregou-se da publicação da Tese, em 2005.
Tenho abraçado vários projetos nas áreas referidas, entre outras.
A convite da Dra Manuela Aguiar e da Dra Rita Gomes comecei, há uns anos, a
colaborar em alguns congressos e colóquios que muito me interessaram. Impressionou-
me, desde os primeiros momentos, o trabalho notável da Dra Manuela Aguiar e da Dra
Rita Gomes e tive oportunidade de constatar, por exemplo, em Paris, o êxito e o
resultado do papel tido como Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas
(Ministério dos Negócios Estrangeiros) na Europa e fora dela.
Outras publicações.
«Mulheres Migrantes, «L´histoire singulière d’Angelina de Sousa Mendes en
France», 40 anos de Migrações em Liberdade, Espinho, Ed. Maria Manuela
Aguiar, Graça Guedes, Arcelina Santiago, ed. Mulher Migrante, Associação de
Estudo, Cooperação e Solidariedade, 2015, p. 60-64.
«Acerca dos homens: discursos femininos na imprensa periódica feminina
portuguesa de Oitocentos», Discurso de Abertura do II Encontro Luso-Afro-
Brasileiro, «As mulheres e a imprensa periódica», Faculdade de Letras de
Lisboa, CLEPUL, Julho, 2013., in Isabel Lousada e Vânia Pinheiro Chaves, ed.,
As Mulheres e a Imprensa Periódica, vol. 2, Lisboa, CLEPUL 2014, p. 25-41.
ISBN: 978-989-8577-21-4)
Do exercício da transgressão à conquista da igualdade», in Expressões
Femininas da Cidadania, III Encontro Mundial Mulheres na Diáspora, 24/25
Outubro 2013, Lisboa, ed. Manuela Aguiar, Graça Guedes, Arcelina Santiago,
Espinho, Mulher Migrante, Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade,
2014, p. 98-102.
«A persistência das ideias republicanas sobre a educação feminina no «Coração
e Cérebro, (1935)», Povos e Culturas, 16, 2012, p. 389-407.
«Imagens do poder feminino em quatro variantes de um conto popular»,
in Diafanias do mundo. Homenagem a Mário F. Lages, Lisboa, Universidade
Católica Editora, 2012, p. 85-98.
«Receitas misóginas de Setecentos n’O Jornal Enciclopédico de 1806»,
in Partíamos como se não fossemos, Homenagem a Horácio Peixoto
Araújo», Lisboa, Bond, 2010, p. 93-106.
«Ousar lutar, ousar vencer. A imprensa periódica oitocentista como motor da
promoção intelectual feminina», Comunicação e Cultura, Intelectuais e
Media,Primavera-Verão, 7, FCH, Universidade Católica Portuguesa, 2009, p.
39-46.
«A luta das mulheres Oitocentistas por uma política da igualdade», in Cultura e
Conflito, Culturas da Cidadania, Conflitos Epistemológicos, Lisboa,
Universidade Católica ed., 2007, p. 27-42.
«Representaciones femeninas en los periódicos portugueses femeninos de 1820
a 1890», in Contexto, Revista de Comunicación de la Universidad de La
Laguna, nº. 1, 2007, p. 65-72. (Facultad de Ciencias de la Información,
Universidad de La Laguna)
«Formes de luttes contre la discrimination dans l’enseiggnment féminin pendant
le XIX siècle», in Actas do III Colóquio da A.P.H.E.L.L.E., Para uma História
do Ensino das Línguas e Literaturas: Estudos do género, Faro, Universidade do
Algarve, Junho de 2005, p.101-118
O modo de ver e de trabalhar.
Por ora, interessa-me mais a parte de investigação.
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
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